Artigo em Português, Español e Inglês nesta página
Vantagens do Global Mapper: Dispensa Extensões
O visualizador 3D do Global Mapper mostra um modelo digital de terreno com um sombreador personalizado aplicado na sua superfície. O Global Mapper é um poderoso aplicativo de Sistema de Informações Geográficas, completo e pronto para uso, sem necessidade de múltiplas extensões.
Suponhamos que você esteja pensando em investir na sua primeira licença de Sistema de Informações Geográficas. Você precisa de um software que faça de tudo. Desde mapeamento temático básico, até análise de terreno, rastreamento de GPS e até digitalização e visualização 2D/3D. Quando você olha as opções das marcas famosas do setor, você percebe que uma licença para usuário único vai lhe custar perto de USD 1,500. Você descobre igualmente que vai ter que comprar extensões para todas as funcionalidades das quais você precisa. Você vai acabar gastando milhares de dólares. Que você tenha este dinheiro ou não, você com certeza acaba se perguntando se existe uma alternativa com um software que oferece mais vantagens.
Existe sim!
Nesta publicação de nosso Blog, apresentamos algumas das funcionalidades padrão do Global Mapper — uma alternativa robusta, de uso fácil e muito acessível. Com preço de perto de USD 500,00 (R$ 2.900,00), o Global Mapper não requer extensões caras para realizar as funcionalidade das quais você precisa.
Veja a seguir algumas das poderosas funcionalidades que o Global Mapper oferece, sem a necessidade de extensão alguma.
Criando uma grade de altimetria a partir de dados LiDAR no Global Mapper.
Modelo de Terreno – Gera Grade de Elevação a partir de Datos Vetoriais 3D
Mesmo com as opções online oferecidas pelo Global Mapper para acesso de dados tais como a USGS National Elevation Dataset e o ASTER Global Digital Elevation Model - ASTER GDEM - , frequentemente o modelo digital de terreno apropriado não está disponível. Nestes casos, gerar um MDT a partir de dados vetoriais 3D pode ser a solução. Com alguns cliques, o Global Mapper pode gerar uma grade de elevação a partir de arquivos XYZ ou dados LiDAR, possibilitando de imediato a análise e a visualização da superfície do terreno no visualizador 3D.
O Global Mapper também disponibiliza uma variedade de ferramentas de análise de terreno, tais como a criação de perfis de terreno ao longo de uma rota definida pelo usuário, criar uma análise de alcance visual na paisagem, uma análise de bacia hidrográfica, ou combinar diferentes camadas de terreno, assim como cálculo de volume.
O cálculo de corte e aterro para um projeto de estrada no Global Mapper.
Cálculo de Volume – Meça e Visualize Corte e Aterro
Modificar o terreno é uma etapa preliminar necessária em muitos empreendimentos. Requer a definição da quantidade de material que deverá ser removido ou deslocado para outro local, o que ajuda a planejar os custos dos materiais e da mão de obra antes mesmo de iniciar a obra.
O Global Mapper oferece a possibilidade de calcular rapidamente o volume de pilhas de material, de depressões e o volume entre duas camadas teóricas de superfície de terreno. Além de fornecer os cálculos e outros parâmetros de corte e aterro, o aplicativo gera a visualização 3D do resultado. Por exemplo, o Global Mapper pode simular a terraplanagem do terreno na preparação da construção de uma nova estrada. Estes cálculos e a visualização 3D correspondente são ferramentas poderosas para ilustrar as etapas preliminares de um projeto de engenharia.
Curvas de nível geradas no Global Mapper, mostrando elevações com isolinhas.
Geração de Curvas de Nível – Crie Isolinhas a partir de Grade de Elevação
As curvas de nível são feições fundamentais de um mapa topográfico. Gerar as curvas de nível é no Global Mapper uma tarefa simples que somente requer uma grade de elevação ou uma quantidade de pontos quotados e alguns cliques do mouse. O Global Mapper tem a habilidade de analisar o terreno e gerar camadas vetoriais com curvas de nível que podem também ser editadas para serem incluídas num mapa, ou exportadas para um software de CAD ou outro sistema.
Grade de NDVI gerada pelo Calculador Raster no Global Mapper.
Cálculo Raster – Gere Informações a partir dos Valores das Cores
Imagens de satélites oferecem muitas informações visuais, desde padrões pontuais do terreno e da vegetação até alterações ocorridas num período de tempo. Com a ferramenta certa, as imagens podem revelar ainda mais informações que não estão aparentes a primeira vista. Imagens coloridas em R-G-B-IR (red, green, blue, infrared), bem como imagens multispectrais, podem ser usadas em fórmulas que calculam algumas características tais como o vigor da atividade fotosintética da vegetação, a cobertura de neve, ou qual extensão de floresta sofreu danos com incêndios.
O Global Mapper tem um calculador raster que já traz fórmulas pré-estabelecidas para produzir e destacar estas informações. O estado da vegetação agrícola numa lavoura, por exemplo, pode ser avaliada e visualizada usando o NDVI (Índice Diferencial de Vegetação Normalizado). Se as equações pré-definidas não são adequadas ou suficientes para os trabalhos do usuário, o calculador raster permite igualmente o uso de fórmulas personalizadas.
O Global Mapper supporta mais de 300 formatos de arquivos.
Formatos Suportados: + de 300 formatos aceitos
Suporte de diversos formatos pode não parecer uma característica muito empolgante de um aplicativo. Mais é essencial e de grande valor quando damos de cara com um formato antigo ou pouco comum num projeto de mapeamento.
O Global Mapper fornece suporte para mais de 300 formatos diferentes de arquivos vetoriais e raster, possibilitando ao usuário a flexibilidade de abrir, converter e exportar virtualmente qualquer arquivo de dados geoespaciais. E mais, esta lista de formatos suportados cresce continuamente, agregando mais valor ao Global Mapper, a medida do desenvolvimento e da evolução do aplicativo.
Global Mapper – Uma opção Fácil e Acessível
O Global Mapper não somente comprova que Sistema de Informação Geográfica não precisam ser complicados, mais também que não precisa ser uma tecnologia cara. A missão da Blue Marble Geographics com o Global Mapper é fornecer, tanto para os novatos como profissionais confirmados em SIG, as ferramentas para a geração de mapas da melhor qualidade, com preços acessíveis.
É muito poder de processamento na licença padrão, sem necessidade de qualquer extensão.
El valor de Global Mapper: no se requieren extensiones
El visor 3D en Global Mapper muestra un modelo de terreno digital con un sombreador personalizado aplicado a la superficie. Global Mapper es una poderosa aplicación GIS desde el primer momento, sin extensiones requeridas.
Digamos que está a punto de invertir en su primera licencia de software GIS. Usted necesita un software que pueda hacerlo todo; desde el mapeo temático básico hasta el análisis del terreno, y desde el rastreo por GPS hasta la digitalización y la visualización 2D/3D. Pero cuando echa un vistazo a los productos de renombre, descubre que las licencias para un solo usuario cuestan aproximadamente USD $ 1,500. También, usted descubre que tendrá que comprar extensiones para obtener toda la funcionalidad que necesita. Probablemente usted terminará gastando miles de dólares. Ya sea que usted tenga el dinero o no, se estará preguntando si hay una alternativa de software que brinde más valor.
Aquí lo tiene!
En esta entrada de blog, destacamos algunas de las funcionalidades listas para usar de Global Mapper: una alternativa robusta, fácil de usar y genuinamente alcanzable. Con un precio de aproximadamente USD $ 500, Global Mapper no necesita costosas extensiones para entregar lo que usted está buscando.
Estas son solo algunas de las poderosas funciones y herramientas que Global Mapper tiene para ofrecer sin necesidad de extensiones.
Crear una rejilla de elevación a partir de datos LiDAR en Global Mapper.
Crear Terreno: genere rejillas de elevación a partir de datos vectoriales en 3D
Aún cuando el servicio en línea de Global Mapper brinda acceso a los recursos de datos, como el Conjunto Nacional de Datos de Elevación del USGS y el Modelo de Elevación Digital Global de ASTER, en ocasiones, los datos del terreno digital no están disponibles. En tales casos, el generar un DTM a partir de datos de vectores tridimensionales puede ser una alternativa valiosa. Con unos pocos clics, Global Mapper puede generar una rejilla de elevación a partir de archivos XYZ o datos LiDAR, lo que permite el examen y la visualización inmediata del modelo de superficie en el visor 3D.
También, Global Mapper proporciona diversas herramientas para el análisis del terreno, tales como: la capacidad de mostrar un perfil vertical a lo largo de un camino, crear una vista de cuenca o analizar cuencas hidrográficas, combinar capas de terreno y cálculo de volumen.
Los volúmenes de corte y relleno calculados para un proyecto de carretera en Global Mapper.
Cálculo de volumen: medir y visualizar los valores de cortes y rellenos
Modificar el terreno es un paso preliminar necesario en muchos proyectos de construcción. Requiere determinar cuánto de una superficie necesita ser cortada y rellenada, lo que ayuda a estimar el costo de materiales y mano de obra antes de comenzar un proyecto.
Global Mapper ofrece la capacidad de calcular rápidamente volúmenes de pilas, depresiones y entre dos superficies. Además de proporcionar mediciones de corte y relleno, el software utiliza estos cálculos y otros parámetros especificados para generar visualizaciones 3D. Por ejemplo, Global Mapper puede simular la nivelación del terreno para dar paso a algo así como una nueva carretera. Este cálculo y su visualización en 3D es una forma poderosa de ilustrar los planes preliminares de un proyecto de ingeniería.
Contornos generados en Global Mapper; se muestran las elevaciones con líneas vectoriales.
Generación de Contornos: crear líneas vectoriales a partir de una rejilla de elevación
Los contornos son la característica fundamental de un mapa topográfico. La generación de contornos también es una tarea simple que solo requiere una cuadrícula de elevación y unos pocos clics del ratón. Global Mapper tiene la capacidad de analizar el terreno y generar capas vectoriales de curvas de nivel que se pueden editar para un mapa o exportar a un sistema CAD u otro software.
Rejilla NDVI creada en la Calculadora ráster en Global Mapper.
Cálculo de Ráster: obtenga información desde los valores del color
Las imágenes satelitales pueden ofrecer mucha información visual, desde patrones en el terreno hasta cambios geológicos a través del tiempo. Con las herramientas adecuadas, las imágenes pueden ofrecer aún más datos que no son evidentes de inmediato. El RGB (rojo, verde, azul), así como los valores multiespectrales de píxeles, se pueden conectar a fórmulas que calculan características como el "verdor" de la vegetación, la capa de nieve o la cantidad de tierra quemada en un incendio forestal.
Global Mapper tiene una calculadora de Ráster equipada con fórmulas predefinidas para producir y resaltar esta información. La salud de la vegetación en una granja, por ejemplo, podría calcularse y visualizarse utilizando el Índice de vegetación de diferencia normalizada (NDVI). Si las ecuaciones predefinidas disponibles en la calculadora de Ráster no están adaptadas a las necesidades del usuario, la calculadora también permite el uso de fórmulas personalizadas.
Global Mapper Global Mapper admite más de 300 formatos de archivo.
Soporte de formatos - Admite más de 300 formatos de archivo
La característica del soporte de archivos puede no parecer lo más emocionante, pero sí es absolutamente invaluable cuando un proyecto de mapeo trata con archivos más antiguos o poco comunes.
El soporte de Global Mapper para más de 300 formatos brinda a los usuarios la capacidad de abrir y convertir virtualmente cualquier archivo geoespacial. Y su lista de formatos está en constante crecimiento, lo cual agrega más valor a Global Mapper a medida que el software continúa madurando.
Global Mapper: una elección fácil y alcanzable
Global Mapper no solo refuta la idea de que los SIG tienen que ser una disciplina compleja, sino que también debe ser costosa. La misión de Blue Marble Geographics con Global Mapper es proporcionar tanto a principiantes como profesionales un SIG con la capacidad de crear mapas de alta calidad a un precio realmente alcanzable.
Es potente desde el primer momento, sin requerir extensiones.
The Value of Global Mapper: No Extensions Required
The 3D Viewer in Global Mapper displays a digital terrain model with a custom shader applied to the surface. Global Mapper is a powerful GIS application right out of the box, with no extensions required.
Say that you are about to invest in your first GIS software license. You need software that can do it all; from basic thematic mapping to terrain analysis, and GPS tracking to 2D/3D digitizing and visualization. But when you take a look at big-name products, you find that single-user licenses cost about $1,500. You also discover that you’ll have to purchase extensions to get all the functionality you need. You’ll probably be spending thousands of dollars. Whether you have the money or not, you might be asking yourself if there’s an alternative software that provides more value.
There is!
In this blog entry, we highlight some of the out-of-the-box functionality of Global Mapper— a robust, easy-to-use, and genuinely affordable alternative. Priced at about $500, Global Mapper doesn’t need expensive extensions to deliver what you’re looking for.
Here are just a few of the powerful functions and tools Global Mapper has to offer with no extensions required.
Creating an elevation grid from LiDAR data in Global Mapper.
Terrain Creation – Generate Elevation Grids from 3D Vector Data
Even though Global Mapper’s online service provides access to data resources, such as the USGS National Elevation Dataset and the ASTER Global Digital Elevation Model, sometimes the appropriate digital terrain data isn’t readily available. In such instances, generating a DTM from 3D vector data can be a solid alternative. With a few clicks, Global Mapper can generate an elevation grid from XYZ files or LiDAR data, allowing for the immediate examination and visualization of the surface model in the 3D Viewer.
Global Mapper also provides a number of terrain analysis tools, such as the ability to display a vertical profile along a path, creating a view shed or watershed analysis, combining terrain layers, and volume calculation.
The cut and fill volumes calculated for a road project in Global Mapper.
Volume Calculation – Measure and Visualize Cut and Fill Values
Modifying terrain is a necessary preliminary step in many construction projects. It requires determining how much of a surface needs to be cut and filled, which helps estimate the cost of materials and labor before beginning a project.
Global Mapper offers the ability to quickly calculate volumes of piles, depressions, and between two surfaces. Along with providing cut and fill measurements, the software uses these calculations and other specified parameters to generate 3D visualizations. For example, Global Mapper can simulate the leveling of terrain to make way for something like a new road. This calculation and 3D visualization is a powerful way to illustrate the preliminary plans of an engineering project.
Contours generated in Global Mapper, showing elevation with vector lines.
Contour Generation – Create Vector Lines from an Elevation Grid
Contours are the fundamental feature of a topographic map. Generating contours is also a simple task that requires only an elevation grid and a few clicks of the mouse. Global Mapper has the ability to analyze terrain and generate vector layers of contour lines that can be edited for a map, or exported to a CAD system or other software.
NDVI grid created in the Raster Calculator in Global Mapper.
Raster Calculation – Pull Information from Color Values
Satellite images can offer a lot of visual information, from patterns in terrain to geological changes over time. With the right tools, imagery can offer even more data that is not immediately apparent. RGB (red, green, blue), as well as multispectral values of pixels, can be plugged into formulae that calculate characteristics such as the “greenness” of vegetation, snow cover, or how much land was burned in a forest fire.
Global Mapper has a raster calculator that comes with predefined formulae for producing and highlighting this information. The health of vegetation on a farm, for example, could be calculated and visualized by using the Normalized Difference Vegetation Index (NDVI). If the available predefined equations in the raster calculator aren’t tailored to a user’s needs, the calculator also allows for the use of custom formulae.
Global Mapper supports more than 300 file formats.
Format Support – Support for 300+ Formats
File support might not sound like the most exciting feature, but it’s absolutely an invaluable one when a mapping project deals with older or uncommon files.
Global Mapper’s support for more than 300 formats provides users the ability to open and convert virtually any geospatial file. And, it’s list of formats is constantly growing, adding more value to Global Mapper as the software continues to mature.
Global Mapper – An Easy and Affordable Choice
Global Mapper not only disproves the idea that GIS has to be a complex discipline, but also that it has to be an expensive one. Blue Marble Geographics’ mission for Global Mapper is to provide GIS novices and professionals alike with the ability to create high-quality maps at a genuinely affordable price.
It’s powerful right out of the box, with no extensions required.
See the value for yourself by downloading a free trial today.
E ai, gostou desta publicação? Deixe um comentário para acrescentar conteúdo ou para iniciarmos uma discussão sobre o tema.
Curta e compartilhe com seus clientes e colegas de profissão!
Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.
Nos projetos de geoprocessamento, em muitas aplicações em áreas rurais ou urbanas, é frequente a necessidade de conversão do Modelo de Superfície (MSD) para Modelo de Terreno (MDT).
Um de nossos clientes comentava ultimamente ( 28 de junho de 2018 14:38): "Gostariamos de testar o Correlator3D. Nós produzimos MDT a partir de MDS processados no XXXXXX (ocultamos de propósito) , mas o processo nosso é arcaico pois estimamos o perfil de terreno sob área vegetada por analise de perfis, e é muito maçante."
Pois bem, na verdade, existe uma solução direta e eficiente, e que está ao alcance de todos.
O Correlator3D, (C3D) desenvolvido pela canadense SimActive Inc., líder mundial no desenvolvimento de software de fotogrametria, e representada com exclusividade na América Latina pela ENGESAT, lhe permitirá conhecer a ferramenta para realizar este processamento.
Independentemente de sua principal funcionalidade que é realizar o processamento geométrico de dados de VANT, fotos aéreas ou imagens de satélites (aerotriangulação, geração do MDS, ortoretificação e mosaicagem), o C3D possibilita ao usuário carregar um Modelo de Superfície (MSD) e realizar de forma automática com um simples clique de mouse a geração do Modelo de Terreno (MDT) correspondente.
Usando tecnologia patenteada usando algoritmos avançados de visão computacional, o C3D gera ótimos resultados em área urbana ou rural, mesmo com vegetação densa. Veja os exemplos abaixo.
A) Com altimetria do satélite PLEIADES (50 cm) em estereoscopia, com 1,50 de grade de espaçamento, em área urbana.
Modelo de Superfície MDS em área urbana
Modelo de Terreno MDT em área urbana elaborado a partir do MDS anterior
Curvas de nível geradas a partir de Modelo de Superfície MDS
Curvas de nível geradas a partir de Modelo de Terreno MDT
B) Com altimetria de VANT em estereoscopia, com 17,50 cm de grade de espaçamento, na área de um aterro.
Mosaico da área da amostra
Modelo de Superfície (MDS) da área da amostra
Modelo de Terreno (MDT) da área da amostra
Com imagens de satélite ou com o WORLDDEM NEO de 5 m de resolução espacial também é possível fazer este processamento. Veja uma área do rio Xingu, visualizada e analisada no Global Mapper
Na parte superior, o MDS muito rugoso do World DEM NEO de 5 m e com aplicação do sombreador ATLAS do Global Mapper.
Na parte inferior o MDT liso de 5 m de resolução espacial realizado no C3D a partir do MDS do World DEM NEO de 5 m.
Realizamos um perfil da linha amarela e abaixo o gráfico de altimetria da linha de perfil.
Valores de MDS em azul e DTM em vermelho. A diferença entre os dois é a vegetação.
Veja um exemplo de projeto real elaborado sob medida a partir de nuvem de pontos de 25 cm de espaçamento, este sendo o único dado fornecido pelo cliente. Foram gerados os seguintes produtos:
MDS, no Global Mapper, a partir de nuvem de pontos
MDT, no C3D, a partir do MDS acima
Curva de nível de 1 m de equidistância, no Global Mapper, a partir do MDT acima
Vistas estáticas 3D, no Global Mapper, a partir dos dados acima
Nuvem de pontos cores naturais e 25 cm de espaçamento
Nuvem de pontos por altimetrias e 25 cm de espaçamento
MDS de 25 cm de resolução gerado no GM a partir da nuvem de pontos sem sombreamento
MDS de 25 cm de resolução gerado no GM a patir da nuvem de pontos com sombreamento
MDT de 25 cm de resolução gerado no C3D a partir do MDS sem sombreamento
MDT de 25 cm de resolução gerado no C3D a partir do MDS com sombreamento
Curvas de nível de 1 m de equidistancia sobre o MDT de 25 cm de resolução sem sombreamento
Curvas de nível de 1 m de equidistancia sobre o a nuvem de pontos cores naturais
Curvas de nivel de 1 m de equidistancia
Vista estática 3D das CN de 1 m de equidistancia sobre o MDT de 25 cm de resolução sem sombreamento
Vista estática 3D das curvas de nível de 1 m de equidistancia sobre o MDT de 25 cm de resolução sem sombreamento
Vista estática 3D das curvas de nível de 1 m de equidistancia sobre o MDT de 25 cm de resolução sem sombreamento
A etapa de processamento é a hora de verificar a qualidade dos dados, eliminar os ruídos da nuvem de pontos e gerar o MDS, MDT e as curvas de nível de forma coerente... Veja a seguir um exemplo do impacto que podem ter pontos de ruído no processamento da nuvem de pontos na geração do MDS, MDT e curvas de nível.
Buraco na nuvem de pontos a esquerda e dado corrigido a direita.
Curvas de nível corretas geradas com os dados corrigidos e o MDT inicial defeituoso em pano de fundo.
Curvas de nível antes e depois da correção do "buraco" no MDT.
Desta forma, a conversão de Modelo de Superfície (MSD) para Modelo de Terreno (MDT) se torna uma etapa simples e rápida de ser vencida com o C3D. O aplicativo oferece licença mensal, anual ou perpétua. A ENGESAT também presta serviços de processamentos pontuais sob medida com o C3D e o Global Mapper para atender os seus projetos.
Consulte no email laurent.martin@engesat.com.br ou Cel 041 9134 0990 e fixo 041 3059 4561 para receber uma proposta técnica e comercial sob medida para seu caso! Servimos com exclusividade clientes no Brasil e em toda a América Latina.
E ai, gostou desta publicação? Deixe um comentário para acrescentar conteúdo ou para iniciarmos uma discussão sobre o tema.
Curta e compartilhe com seus clientes e colegas de profissão!
Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.
Toda imagem de satélite é afetada em algum grau pelas condições atmosféricas no momento de sua aquisição, que provoca reflexão da luz solar pela névoa, vapor de água e partículas diversas. O processamento AComp da DigitalGlobe (Atmospheric Compensation) literalmente corta estes efeitos, devolvendo à imagem de satélite a sua qualidade visual, com claridade e definição que rivalizam com imagens captadas por aerofotogrametria.
Vantagens e consequências do processamento AComp da DigitalGlobe (Atmospheric Compensation)
• Claridade da imagens: remove os efeitos da reflexão da luz solar pela névoa, vapor de água e partículas diversas presentes na atmosfera.
• Viabilidade de imageamento: aumenta significativamente a quantidade de dados utilizáveis adquiridos pelos sensores em novas coletas.
• Maior disponibilidade de acervo: faz com que imagens anteriormente desprezadas ou inutilizáveis voltem a ser viáveis para análise.
• Conteúdo valorizado: permite uma analise mais objetiva e profunda, e otimiza a extração das informações de interesse nas imagens de satélites.
• Automação: pode ser aplicado sistematicamente em grande quantidade de imagens sem intervenção manual.
É mais qualidade de imagem. Permite otimização na coleta de dados. Resulta em maior confiabilidade do sistema.
VEJA A DIFERENÇA
O processamento AComp otimiza a qualidade e a claridade das imagens de satélites, mesmo que adquiridas em condições atmosféricas desfavoráveis. Comprove o resultado visualizando a imagem abaixo com a ferramenta deslizante, movendo o limite vertical entre as duas imagens para as laterais.
Este processamento radiométrico se aplica nas imagens da Digital Globe e tem o seu equivalente nos dados da AIRBUS. Consulte nos para saber quais soluções oferecemos para seus projetos.
Contato
Entre em contato conosco para receber uma proposta técnica e comercial adaptada às suas necessidades.
E ai, gostou desta publicação? Deixe um comentário para acrescentar conteúdo ou para iniciarmos uma discussão sobre o tema.
Curta e compartilhe com seus clientes e colegas de profissão!
Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.
Se imagens de satélites são informações hoje democraticamente e generosamente disponíveis no mercado, o mesmo não se pode dizer de informação de altimetria, onde é comum termos que nos satisfazer com uma solução que está ainda longe do ideal técnico para se alcançar os melhores resultados. Mas parece que esta escassez está com os dias contatos. A AIRBUS acaba de anunciar que a sua base mundial de altimetria de alta resolução, o WorldDEM está disponível, praticamente em pronta entrega e com especificações técnicas surpreendentes... Confira!
- Recobrimento de polo a polo: modelo digital de elevação homogêneo
- Qualidade única: informação de altimetria de qualidade superior
- Disponibilidade para qualquer localidade da Terra
- Precisão sem igual: 2 m de precisão relativa / 4 m de precisão absoluta na vertical
- Resolução horizontal de 12 por 12 m em formato raster
- Modelo Digital de Superficie & Modelo Digital de Terreno disponíveis
- Fácil acesso
E as boas notícias não param por aqui:
O Modelo Digital de Terreno do WorldDEM é derivado do WorldDEM™ após remoção por edição digital da vegetação e das edificações, e mostra o solo nú da superfície da Terra. Como o Modelo Digital de Terreno do WorldDEM é elaborado a partir de um dado de alta resolução, ele traz igualmente a garantia e a qualidade de um alto nível de detalhe e precisão.
Os MDT são ideais para mapeamento, modelização hidrológica, e análise de terreno. Estes produtos compõe o leque de produtos disponibilizados pela AIRBUS, mas oferecemos igualmente opções adicionais de produtos baseados no WorldDEM, tais como base de dados mundiais de linhas de costa, mapas de corpos d´água e mapas globais de aeroportos e de portos.
Veja um comparativo como que existia de melhor até agora:
O WorldDEM fornece um nível de detalhamento superior ao SRTM até então disponível. Local: Arkansas, USA
A ENGESAT oferece na linha do WorldDEM dados com qualidade, precisão e recobrimentos sem precedentes. Para ajudar os clientes a se beneficiarem da alta precisão desta informação altimétrica, três produtos principais são disponibilizados.
WorldDEM Core
Modelo digital de superfície sem edição, ou seja sem qualquer post processamento. Este produto geralmente contém artefatos próprios a dados radar e ao processamento, bem como áreas não validadas.
WorldDEM™
Modelo digital de superfície editado com consistência hidrológica garantida, (por exemplo: achatamento dos corpos d´água, fluxo consistente dos cursos d´água, edição da linha de costa). Ideal para aplicações de defesa e segurança, e para a indústria de óleo e gás.
WorldDEM DTM
Modelo digital de terreno, representando o solo nú sem vegetação nem edificações. Ideal para mapeamento, modelização hidrológica e análise de terreno.
Processamento adicionais disponíveis na ENGESAT:
Curvas de nível
Declividade
Suceptibilidade a erosão
Análise de bacia hidrográfica (sub-bacias, percolação, captação)
Visualização estática
Sobrevôo 3 D
Ort0retificação de imagens de satélites
Simulação de inundações
Estudos de drenagem
Estudos de intervisibilidade para telecomunicações
Estudos e e perfis topográficos para corredores de infraestrutura
Produtos sob medida para projetos de engenharia
Amostra do WorldDEM e do WorldDTM de áreas no Brasil e na América Latina disponíveis. Consulte no email engesat@engesat.com.br com a delimitação de sua área de interesse para podermos dimensionar com precisão seu projeto e assim escolher a melhor solução!
E ai, gostou desta publicação? Deixe um comentário para acrescentar conteúdo ou para iniciarmos uma discussão sobre o tema.
Curta e compartilhe com seus clientes e colegas de profissão!
Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.
Como ter toda a informação cartográfica que você precisa no seu smartphone?
Habitualmente, as imagens de satélites e os mapas, muitas vezes em formato digital, são baixados pela internet e processados na empresa para chegar ao produto desejado. São aplicadas correções geométricas, feitas interpretações, medições, etc. Mas é possível, sem grandes investimentos e usando uma tecnologia simples, colocar literalmente os dados e os resultados de seu projeto no seu smartphone, independente do seu sistema operacional (Android, Windows ou IOS). Assim, é possível ir a campo e levantar informações de interesse, se localizando na tela de seu smartphone ou tablet, usando somente o GPS embutido, que é uma funcionalidade padrão de 99% dos smartphones.
O mais interessante dessa tecnologia é que não é necessário ter acesso à internet, o que dispensa o 3G, 4G ou Wifi, ou seja, não é preciso gastar créditos do seu plano de telefonia!
Você pode igualmente solicitar na EngeSat que seu projeto seja formatado para poder ser carregado no seu celular, assim você receberá um link direto para carregar o aplicativo e o dado de seu projeto, tudo muito fácil e direto!
O PDF Maps é uma solução desenvolvida no Canadá, pensada para que você poça ter seus mapas no seu smartphone, junto com ferramentas cartográficas de uso. Serve igualmente para carregar no seu smartphone ou seu tablet imagens de satélites e fazer trabalho de campo. Simples, direto e econômico.
Ele exporta mapas para o formato PDF geoespacial e os carrega em terminais móveis para que possam ser levados a campo. O aplicativo PDF Maps complementa os softwares Geographic Imager e o MAPublisher, do mesmo fabricante.
Características
Os mapas criados na maior parte de outros Sistemas de Informação Geográficas (SIG) comercialmente disponíveis e aplicativos de Mapeamentos em desktop são compatíveis com PDF Maps.
Use mapas offline sem necessidade de conexão de dados ou roaming
Colete, edite, e atualize em campo os atributos das feições
Confira sua localização atual com o seu GPS sem usar internet
Use as ferramentas e mapas para medições e gravar rotas percorridas
Descubra o conteúdo da Loja Eletrônica PDF Maps.
Distribua e venda seus mapas pelo aplicativo da Loja Eletrônica PDF Maps
Como usar Mapas PDF
Acesse mapas na Loja Eletrônica PDF Maps, ou carregue seus próprios mapas no seu smartphone ou tablet usando código QR, ou pelo Dropbox, ou ainda um link que você definiu préviamente em função de onde carregou seus mapas na Internet. Navegue nos mapas, colete dados em campo e compartilhe mapas e dados com seus colegas de trabalho. Baixe o aplicativo PDF Maps na Loja Apple App, no Google Play ou no Windows Phone Marketplace.
Como baixar e instalar o aplicativo PDF Maps?
Vamos às coisas práticas. Veja com proceder no caso do sistema operacional Android. Acesse o Google Play, procure o aplicativo PDF Maps e instale-o no seu celular. A tela é como esta:
Depois de aberto, aparece na biblioteca de imagens uma tela com instruções sobre as sus funcionalidade, intitulada “Iniciando a operação”. Leia cuidadosamente e veja como operar o aplicativo, assim poderá ser rapidamente operacional e você conseguirá fazer o que deseja! Se quiser, clique na imagem para tela em plena resolução e imprima-a.
O trabalho começa carregando uma imagem no aplicativo. Para teste, carregue uma imagem que recobre todo o Brasil como este mapa de ferrovias da Valec, para poder ter material para trabalhar, qual que seja o local onde estiver no Brasil ou em boa parte da América do Sul.
Clique no link a partir de seu terminal movel, e o sistema lhe enviará para a loja de mapas, o PDF Map store, instalará gratuitamente o mapa de Ferrovias da Valec e você poderá abrílo no seu aplicativo: ele aparecerá na sua biblioteca de mapas.
Clique nele e o resultado será este, conforme a sequência abaixo:
Agora é só aplicar os conhecimentos adquiridos acima sobre as funcionalidades do PDF Maps e começar a trabalhar!
Saiba mais sobre as modalidades de licenciamento para uso particular e uso comercial do PDF MAPS neste link.
Contato
Entre em contato conosco para receber uma proposta técnica e comercial adaptada às suas necessidades.
E ai, gostou desta publicação? Deixe um comentário para acrescentar conteúdo ou para iniciarmos uma discussão sobre o tema.
Curta e compartilhe com seus clientes e colegas de profissão!
Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.
Uma base teórica para entender bem o que é o NDVI e para o que serve.
NDVI é a abreviação da expressão em inglês para Normalized Difference Vegetation Index, o que equivale em português a Índice de Vegetação da Diferença Normalizada. Serve para analisar a condição da vegetação natural ou agrícola nas imagens geradas por sensores remotos. É frequentemente usado para medir a intensidade de atividade clorofiliana, inclusive comparando vários períodos distintos.
O NDVI é computado realizando aritmética de canais espectrais dos sensores, na maioria dos casos provenientes de satélites. A figura abaixo mostra as faixas do espectro eletromagnético na qual que existe absorção pela vegetação.
Desta forma, as aplicações dos cálculos de NDVI na agricultura são várias, e rendem excelentes resultados para necessidades como:
Monitoramento de lavouras
Detecção de efeitos de secas
Detecção de danos provocados por pragas
Estimativas de produtividade agrícola
Modelização hidrológica
Mapeamento de áreas agrícolas
A fórmula é como segue: NDVI = (Infra Vermelho – Vermelho) / (Infra Vermelho +Vermelho)
No aplicativo, a fórmula da equação acima é simplesmente realizada em cada pixel, respectivamente nas bandas dos canais vermelho e infravermelho próximo, resultando em um valor final do NDVI que varia entre -1 e 1.
Quanto mais próximo de 1, maior é a atividade vegetativa no local representado pelo pixel, enquanto valores negativos ou próximos de 0 indicam áreas de água, edificações, solo nú, enfim, onde há pouca ou nehuma atividade clorofiliana.
O princípio teórico é que a vegetação, quanto mais ativa, mais absorve a luz solar na região do vermelho, no processo de trabalho da clorofila nos tecidos vegetais, deixando os valores digitais baixos da imagem de satélite no canal vermelho. Da mesma forma, a estruturas celulares das folhas provocam uma forte reflexão da luz solar na região do Infravermelho próximo (distribuição angular delas e o fator de reflectância bidirecional e outros fatores externos, explica a literatura), deixando os valores digitais altos da imagem de satélite no canal infra vermelho.
Seguem abaixo um exemplo de uma imagem em cores naturais e processada com NDVI.
Recorte de cena TRIPLESAT de 1 m de resolução, Cores naturais
NDVI
É possível igualmente analisar a evolução e as alterações dos valores NDVI de mês em mês ou de ano a ano ou em algum período de interesse do cliente, seja pontualmente, seja para uma área completa, para comprovação da realização de plantio, tal como o exemplo abaixo. Um laudo com medições geralmente acompanha o produto, bem como uma ART certificando as datas das imagens usadas.
Contato
Entre em contato conosco para receber uma proposta técnica e comercial adaptada às suas necessidades.
E ai, gostou desta publicação? Deixe um comentário para acrescentar conteúdo ou para iniciarmos uma discussão sobre o tema.
Curta e compartilhe com seus clientes e colegas de profissão!
Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.
Permissão para uso de dados de sensoriamento remoto torna as operações de crédito rural mais simples e viáveis
A Resolução Nº 4.427 de 25 de junho de 2015 a partir de 1º de janeiro de 2016, autoriza a utilização do sensoriamento remoto para fins de fiscalização de operações de crédito rural e determina o registro das coordenadas geodésicas do empreendimento financiado por operações de crédito rural no Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor).
Por utilização de sensoriamento remoto, entenda-se, utilização de dados obtidos por sensores de satélite, aviões ou drones.
A Seção 8 "Fiscalização por Sensoriamento Remoto" é um anexo com as orientações técnicas do processo. Esta seção detalha na prática as especificações e as condições de uso das técnicas de sensoriamento remoto para a fiscalização das operações de crédito de custeio agrícola e das operações de crédito rural.
SPOT MAP PSM 2,50 m de resolução cores naturais ortoretificado de area de lavoura em Pompeu - MG
Qual é o impacto desta resolução na prática?
Anteriormente, as análises e fiscalizações de operações crédito rural deviam ser feitas a partir de levantamento de dados geográficos a partir de trabalhos de campo. Isso exigia a mobilização de uma equipe com recursos específicos que vão de equipamentos especializados a veículos para a chegar em localizações de difícil acesso. E este levantamento tomava muito tempo para ser realizado e era muito caro, o que muitas vezes inviabilizava a operação.
Agora, fazendo a análise a partir de dados obtidos por sensoriamento remoto, o custo destes estudos é muito menor, pois uma imagem de satélite pode recobrir uma grande área com excelente resolução e operacionalmente é muito mais simples, pois as análises são feitas sobre esta mesma imagem, sem que exista a necessidade de mobilização de uma equipe para fazer o trabalho de campo. Além de ser mais viável financeiramente, o estudo por meio de imagens de satélite são muito mais rápidos. Uma imagem de satélite pode ser comprada e entregue em menos de 48 horas.
Quais sensores e plataformas podem ser usadas? Vale tudo?
O item 2 da seção 8 diz o seguinte: “Considera-se sensoriamento remoto o conjunto de atividades relacionadas à aquisição e à análise de dados de sistemas fotográficos, óptico-eletrônicos ou de radar, capazes de detectar e registrar, sob a forma de imagens, o fluxo de radiação eletromagnética refletida ou emitida por objetos distantes”.
Isto abre a porta para qualquer forma de obtenção de imagens, com diferentes veículos e sensores, sejam eles imagens de satélites, aviões ou drones. Deve-se apenas prestar atenção nas as especificações técnicas exigidas e utilizar os dados que se encaixem nelas. As especificações são:
Resolução Espacial melhor (com maior detalhe) que 30,0 metros
Resolução Radiométrica mínima de 10,0 bits
Capacidade de medição da área plantada com erro máximo de 10,0%
Identificar a cultura
Avaliar o Desenvolvimento Vegetativo (Índice de Vegetação, NDVI)
Cobertura máxima de 10,0% de nuvens e sombras
Obtenção de no mínimo três imagens registrando as seguintes fazes do cultivo:
Desenvolvimento Vegetativo Inicial: com o plantio sendo de outubro ao final de dezembro, a primeira imagem deve ser adquirida entre novembro até final de janeiro do ano seguinte.
Desenvolvimento Vegetativo Pleno
Estágio Final da Maturação ou Senescência
Imagem bruta modo MS, 4 m de resolução cores naturais
Índice de vegetação NDVI elaborado a partir da imagem no modo MS
É necessário que imagens utilizadas no estudo sejam da safra em andamento, por isso não poderão ser usadas imagens de satélites de catalogo de datas passadas, e se faz necessário recorrer a programação de imageamento para garantir a aquisição de dados.
O mais importante nessas imagens é que a qualidade radiométrica das imagens, então não faz sentido utilizar imagens de 30, 40 ou 50 cm, que são muito mais caras, dados de 4, 6 ou 10 m de resolução coloridas multiespectrais são suficientes para análises de operações de crédito rural.
Relatório de dados
O relatório ou laudo emitido pelo estudo deverá ser assinado:
Pelos profissionais responsáveis pela análise e elaboração das imagens de sensoriamento remoto, interpretação e elaboração das conclusões;
Por representante da instituição financeira que irá conceder o crédito, admitindo-se, em lugar dessa assinatura, a referência ao contrato firmado entre a instituição financeira e a entidade prestadora de serviços de sensoriamento remoto para que esta atue em seu nome.
Para elaborar e analisar essas imagens os profissionais habilitados podem ser agrimensores, um topógrafos, um geógrafos, cartógrafos ou agrônomos, desde que tenham seu CREA em dia e conhecimento de sensoriamento remoto. Isto indica igualmente que pode não ser o Banco que realizará este laudo mais sim um profissional liberal ou uma empresa especializada contratada para a oportunidade, seja pelo Banco ou pelo beneficiário do crédito rural.
Metodologia recomendada
Como fornecedores de imagens de mais de 30 satélites comercialmente disponíveis comercialmente e prestadores de serviços de geoprocessamento sob medida, a EngeSat vê como segue a metodologia de uso de imagens de satélites no caso de um projeto para fiscalização de operações de crédito:
Definição da área de interesse objeto do projeto para dimensionar o projeto com relação à compra de dados e prestação de serviços de processamento
Levantamento de documentos existentes (escritura, topografia) para embasar o georeferenciamento da área
Escolha dos satélites mais apropriados para o levantamento das 3 imagens necessárias
Monitoramento das aquisições dos satélites escolhidos sobre a área de interesse e envio de quick looks (amostras) para conferência de eventual cobertura de nuvens,
Recebimento da imagem de satélites brutas provenientes da estação
Ortoretificação, usando, se disponíveis, pontos de controles ou vetores existentes da área
Analise comparativa dos resultados com as imagens anteriores (se houver) e com o objeto do financiamento.
Fornecimento dos dados para efeitos de fiscalização em campo (ainda obrigatório em 10% dos empreendimentos) por fiscais não relacionados com os trabalhos ou com as entidades contratadas para os serviços de sensoriamento.
Elaboração do relatório final e formulação das conclusões técnicas finais
Então, acreditamos que é um ótimo avanço para o setor de geoinformação do Brasil e esta resolução permitirá maior viabilidade e simplicidade operacional para a conquista de um bom investimento por meio crédito rural tanto para os agricultores quanto para as instituições financeiras.
Contato
Entre em contato conosco para receber uma proposta técnica e comercial adaptada às suas necessidades.
E ai, gostou desta publicação? Deixe um comentário para acrescentar conteúdo ou para iniciarmos uma discussão sobre o tema.
Curta e compartilhe com seus clientes e colegas de profissão!
Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.
Resolução de uma imagem pode ser analisada de três formas:
Espacial
Radiométrica
Temporal
Para começar, falamos um pouco mais sobre a resolução espacial.
O nível de detalhamento que podemos observar objetos na superfície terrestre é o que chamamos de resolução espacial. Ela pode ser resumidamente definida como "nível de detalhamento" ou, a capacidade do sensor em enxergar os objetos em relação ao seu tamanho. Isto vale tanto para imagens de satélites como para imagens em geral. As imagens "a" e "b" ao lado mostram o resultado quando a resolução é dividida por um fator de 6, provocando uma mudança no aspecto da imagem, causado pela menor quantidade de linhas e colunas.
Em uma imagem com resolução espacial de 15m, onde cada pixel tem 15m X 15m, qualquer objeto com dimensões menores que isso não será teoricamente visível na imagem.
Na verdade, se o objeto é um pouco menor que a resolução nominal nativa do sensor, mas pela sua cor e pelo contexto, ele se sobressai com um bom contraste, ele poderá sim aparecer na imagem e ser detectado. Por outro lado, se o objeto é maior do que a resolução da imagem mas está camuflado no seu contexto ou tem o mesmo tom que o seu ambiente, ele pode ficar invisível na imagem.
Veja no exemplo ao lado a mesma imagem de um porto, nas resoluções de 50 cm até 80 m. Assim dá para entender porque a resolução é geralmente a principal especificação ao qual o usuário faz referencia ao escolher a imagem com a qual vai trabalhar.
Atualmente a EngeSat trabalha o maior portfólio de sensores do mercado, com altas resoluções espaciais a partir de 0,25m, como é o caso dos recém lançados satélite Worldview-3 e Worldview-4, até baixas resoluções espaciais de 30m, como o satélite Landsat. Para uma melhor compreensão do tema, seguem abaixo alguns exemplos práticos e algumas amostras de imagens de satélite e suas respectivas resoluções espaciais:
Resolução radiométrica e quantificação
As imagens de satélite são geradas por sensores eletrônicos que recebem uma quantidade de luz e codificam isto em informação digital em forma de números, para quantificar o volume de luz recebido durante um dado período durante o qual eles são expostos. E esta tradução do sinal analógico para um sinal digital pode ser feito com mais ou menos resolução, ou seja detalhamento, em termosde radiometria. Isto se chama a quantificação digital da imagem.
Geralmente, as imagens são codificadas em 8 bits, ou seja em código binário, usando valores de 0 e 1, isto equivale a ter 2 elevado a potência 8 = 256 possibilidades de resultados, de 0, para ausência de sinal, e 255 para sinal saturado ou máximo.
Atualmente, encontramos imagens quantificadas com 11 bits ( 2.048 níveis) , 12 bits ( 4.096 níveis) e 14 bits (16.384 níveis). Quantos mais bits, mais sensibilidade e diferenciação de níveis de informação na imagem, o que pode ser qualificado como riqueza de informação. O exemplo acima mostra de (a) a (c) uma foto de uma moça de chapéu em que a resolução radiométrica vai diminuindo da esquerda para a direita, para ficar no caso com menos resolução radiométrica com 2 níveis de informação, preto ou branco, ou seja 2 níveis de informação, 0 ou 1, equivalente a 2 a potencia 1 = 2, imagem codificada com 1 bit somente por pixel.
O mesmo se aplica a imagens de satélites:
Resolução Temporal ou frequência de revisita
A resolução temporal é a medida que temos para medir a capacidade de revisita de um satélite sobre um mesmo local da Terra, o que o permite de obter imagens mais ou menos frequentemente. Por exemplo, os satélites da família Landsat, pela sua órbita e possibilidade de imagear na sua vertical, tem um ciclo orbital de 16 dias, e infalivelmente imageam o mesmo local a cada 16 dias... Veja um exemplo no Pará, onde foi monitorado o desmatamento de uma área, sendo detectado inclusive um incêndio, nas imagens de data de 01-06-2014, 03-07-2014, 04-08-2014 e 20-08-2014.
É fácil entender que quanto maior a resolução temporal de um satélite, maior a probabilidade dele adquirir imagens sem nuvens, mesmo em época de chuva por exemplo no verão. Para aumentar a resolução temporal de seus sistemas e a capacidade de imageamento, vários operadores lançam constelações de vários satélites em vez de um único satélite. Assim é o RapidEye (5 satélites), o Pleiades (2 satélites) e o Triplesat (3 satélites).
Observação: ter a capacidade ão significa automaticamente que esta capacidade será usada em todas as oportunidades. Então cuidado pois um satélite pode prometer revisita diária de qualquer local e vai imagear sua área de interesse a cada 15 dias, porque está ocupado e atender outras áreas prioritárias.
Contato
Entre em contato conosco para receber uma proposta técnica e comercial adaptada às suas necessidades.
E ai, gostou desta publicação? Deixe um comentário para acrescentar conteúdo ou para iniciarmos uma discussão sobre o tema.
Curta e compartilhe com seus clientes e colegas de profissão!
Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.
Compressão de dados é uma necessidade técnica para fotos aéreas, imagens de satélites, dados de drones e nuvens de pontos... ninguém escapa!
A LizardTech é especialista na tecnologia de compressão de dados, sendo criadora do famoso formato MrSid. O software GeoExpress, da LizardTech, reduz os custos de armazenamento através da compressão de imagens para uma fração do seu tamanho original, usando o formato de compressão de dados MrSID ou o JPEG e agora o avançado formato “MrSID Generation 4″ (MG4), mantendo a integridade e qualidade visual dos dados originais.
Em sua versão mais recente, o GeoExpress 9.5 incorporou o módulo Lidar Compressor, que anteriormente era disponibilizado a parte e assim, quem faz a atualização de sua licença ou adquire a licença nova tem tudo numa unica ferramenta, para compactar dados raster e dados LiDAR.
As imagens processadas pelo GeoExpress da LizardTech tem tamanho 20 vezes menor sem perda de informações visuais. Os arquivos de dados LiDAR processados pelo GeoExpress são no mínimo 4 vezes mais compactos sem perda de informações.
Especificações e vantagens
Reduz custos de armazenamento - O GeoExpress faz a compressão de dados para menos de 5 % de seu tamanho original, usando o famoso algoritmo MrSid que é agora um padrão nesta tecnologia, ou então gerando arquivos no formato JPEG 2000 seguindo padrão ISO, ambos mantendo toda a qualidade visual dos dados originais. Uma alternativa é manter a fidelidade da imagem compactada a nível de píxel, mesmo assim reduzindo o volume dos dados em 50% do tamanho original. Não somente as imagens compactadas são mais fáceis de serem armazenadas, mas também se apresentam como perfeitamente adequadas para uso em terminais móveis e ambientes com menor velocidade de transmissão na banda larga.
Melhora suas imagens - Deixe suas imagens com melhor aparência e mais apelo visual, e assim mais úteis, com o conjunto de ferramentas de edição e manipulação do GeoExpress. Beneficie-se das técnicas de recorte, balanceamento de cores, reprojeção e muito mais. Junte várias imagens em mosaicos, crie facilmente imagens em recortes regulares sob medida, e exporte somente as partes de imagens que você escolheu na resolução que você quer.
Compactação de nuvens de pontos LiDAR - O GeoExpress na versão 9.5 tem a capacidade de processar igualmente nuvens de pontos de dados LiDAR em formato de arquivos ASCII, .LAS, .LAZ, e o recente formato “MrSID Generation 4″ (MG4). Assim, você reduz o tamanho de seus arquivos LiDAR em 75% ou mais sem perda de qualidade e precisão nos seus dados. Você pode explorar a sua nuvem de pontos LiDAR em modo 3D diretamente a partir do GeoExpress.
Distribuição de Imagens pelas Redes
Quando você usa software Esri Server junto com o Express Server, você consegue entregar imagens numa velocidade que supera a de outros servidores, e gera uma performance de escala que viabiliza imagens maiores e maior número de usuários. Com o Express Server, quanto mais árdua é a tarefa, mais óbvia e visível fica a vantagem da união entre Esri e LizardTech. Quando configurado em associação com o ArcGIS Server da Esri ou o ArcGIS Online, o Express Server amplia a performance da estrutura dos servidores de imagem existentes por um fator de 25 vezes. Sendo assim, o Express Server é o modo mais rápido e eficiente de servir imagens no formato MrSID.
Use o Express Server para acessar imagens a partir de catálogo de arquivos do sistema para visualização rápida. Com o Express Server, suas imagens podem ser visualizadas simultaneamente nos aplicativos da Esri, WMS e aplicativos da web – ou seja virtualmente em todos os SIG mais usuais.
Para saber mais, baixe a seguir os folders eletrônicos da família de produtos da LizardTech em português:
E ai, gostou desta publicação? Deixe um comentário para acrescentar conteúdo ou para iniciarmos uma discussão sobre o tema.
Curta e compartilhe com seus clientes e colegas de profissão!
Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.
Imagens do Google Earth: conheça os limites destas imagens
Quando decidimos fazer o blog, optamos por trazer assuntos interessantes e que geram alguma curiosidade nas pessoas. Ficamos pensando em algo do dia a dia, dúvidas que muitas vezes escutamos por telefone, ou recebemos por email. Chegamos à conclusão que um assunto que gera muitas dúvidas nos clientes da EngeSat é o fato de muitas vezes as imagens do Google Earthparecem "melhores" do que as imagens adquiridas a partir de um distribuidor autorizado, mas não se engane, só parecem!
Um lindo vídeo publicado na internet mostra a evolução da Terra nos últimos anos... Mais não é por isso que você deve acreditar que terá imagens de alta resolução ( melhor que 1 m, em 1984...)... Esta sequência é principalmente feita com imagens Landsat de 30 ou 15 m de resolução.
IMAGENS DE SATÉLITE 1984-2016: 32 Anos de Mudanças na Terra
Para ficar o mais simples possível, vamos citar as diferenças entre as imagens do Google Earth e de imagens autorizadas que a EngeSat, oferece. Todos nós ficamos algum tempo passeando pelo Google, conhecendo diversas cidades, no mundo todo. Vemos imagens impressionantes, lindas mesmo. Mas o que ocorre é que nem sempre essas imagens são imagens de satélites: muitas são fotos aéreas e possivelmente logo teremos publicadas algumas imagens feitas por drones. Então fazer uma comparação de qualidade entre elas fica, digamos, inviável. Teria que conhecer a fonte, a data, o sensor, etc...
Comparativo entre imagens do Google Earth ...
e imagem comercial de 30 cm numa área em São Paulo.
Temos que levar igualmente em consideração uma questão muito importante: essas imagens do Google, quando copiadas da tela, não são georreferenciadas, o que é um grande problema para quem precisa trabalhar com elas. Outro ponto que devemos observar também é que as imagens vizinhas podem ter erros de sobreposição na sua junção, e são imagens apenas no formato JPG sem bandas espectrais separadas. Consequentemente a grande maioria dos softwares de SIG (Sistemas de Informação Geográfica) e PDI (Processamento de Imagem) não conseguem trabalhar com elas.
Outro problema que encontramos é que a data informada pelo Google na barra de datas deve ser fonte de desconfiança. Se a sua área de interesse fica na transição entre duas imagens de datas diferentes, você pode estar pensanfo usa uma imagem de uma data e na verdade esta usando outra imagem de outra data. Por isso mesmo o GOOGLE EARTH não serve para fundamentar perícias judiciais, pode no máximo lhe ajudar na hora de verificar a situação de um local numa data de interesse... mesmo porque o GOOGLE EARTH não publica todas as datas de todo os satélites.. portanto não é exaustivo.
Como fica a confiabilidade da sua perícia quando o Google Earth mostra imagens tiradas em datas e estações diferentes?
E mais, não ache que a vista que você viu de uma capital terá a mesma qualidade que uma cidadezinha lá no interior. As vezes, nem mesmo todas as capitais tem a mesma qualidade. Exitem locais onde somente verá o Landsat de 30 m de resolução disponível !
Para finalizar, o Google não vende essas imagens e nem autoriza o seu uso comercial. ( "The up-to-date Google map is not for purchase or for download; it is to be used as a guide for reference and search purposes only".) E mais sério ainda, não podem er usadas em pericias judiciais por que, simplemente, não são confiáveis!
Comparativo entre imagens do Google Earth e imagem comercial de 30 cm no Cabo de Santo Agostinho - PE:
Então, o que te sugiro é entrar em contato com a EngeSat e solicitar amostras dos diversos sensores que trabalhamos, tornando a comparação de diferentes tipos de imagens mais condizente com a realidade. Nosso departamento comercial está pronto para atender e tirar qualquer dúvida que possa surgir diante desse assunto: procuraremos as imagens ténciamente adequadas ao seu projeto, com a resolução que permite a identificação dos alvos de interesse (por exemplo: identificar uma casa de 100 m2, ou 10 por 10 m de tamanho, com uma imagem Landsat de 30 m de resolução não é possivel!) evitando aborrecimentos e garantindo o retorno de seu investimento.
E ai, gostou desta publicação? Deixe um comentário para acrescentar conteúdo ou para iniciarmos uma discussão sobre o tema.
Curta e compartilhe com seus clientes e colegas de profissão!
Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.