Conversão de MDS para MDT: a solução definitiva

8 de julho de 2018

Nos projetos de geoprocessamento, em muitas aplicações em áreas rurais ou urbanas, é frequente a necessidade de conversão do Modelo de Superfície (MSD) para Modelo de Terreno (MDT).

Um de nossos clientes comentava ultimamente ( 28 de junho de 2018 14:38): "Gostariamos de testar o Correlator3D. Nós produzimos MDT a partir de MDS processados no XXXXXX (ocultamos de propósito) , mas o processo nosso é arcaico pois estimamos o perfil de terreno sob área vegetada por analise de perfis, e é muito maçante."

Pois bem, na verdade, existe uma solução direta e eficiente, e que está ao alcance de todos.

O Correlator3D, (C3D) desenvolvido pela canadense SimActive Inc., líder mundial no desenvolvimento de software de fotogrametria, e representada  com exclusividade na América Latina pela ENGESAT, lhe permitirá conhecer a ferramenta para realizar este processamento.

Independentemente de sua principal funcionalidade que é realizar o processamento geométrico de dados de VANT, fotos aéreas ou imagens de satélites (aerotriangulação, geração do MDS, ortoretificação e mosaicagem), o C3D possibilita ao usuário carregar um Modelo de Superfície (MSD) e realizar de forma automática com um simples clique de mouse a geração do Modelo de Terreno (MDT) correspondente.

Usando tecnologia patenteada usando algoritmos avançados de visão computacional, o C3D gera ótimos resultados em área urbana ou rural, mesmo com vegetação densa. Veja os exemplos abaixo.

A) Com altimetria do satélite PLEIADES (50 cm) em estereoscopia, com 1,50 de grade de espaçamento, em área urbana.

 

B) Com altimetria de VANT em estereoscopia, com 17,50 cm de grade de espaçamento, na área de um aterro.

 

Com imagens de satélite ou com o WORLDDEM NEO de 5 m de resolução espacial  também é possível fazer este processamento. Veja uma área do rio Xingu, visualizada e analisada no Global Mapper

 

 

  • Na parte superior, o MDS muito rugoso do World DEM NEO de 5 m e com aplicação do sombreador ATLAS do Global Mapper.
  • Na parte inferior o MDT liso de 5 m de resolução espacial realizado no C3D  a partir do  MDS do World DEM NEO de 5 m. 
  • Realizamos um perfil da  linha amarela e abaixo o gráfico de altimetria da linha de perfil.
  • Valores de MDS em azul e DTM em vermelho. A diferença entre os dois é a vegetação.

 

Veja um exemplo de projeto real elaborado sob medida a partir de nuvem de pontos de 25 cm de espaçamento, este sendo o único dado fornecido pelo cliente. Foram gerados os seguintes produtos:

  • MDS, no Global Mapper, a partir de nuvem de pontos
  • MDT, no C3D, a partir do MDS acima
  • Curva de nível de 1 m de equidistância, no Global Mapper, a partir do MDT acima
  • Vistas estáticas 3D, no Global Mapper, a partir dos dados acima

 

 

A etapa de processamento é a hora de verificar a qualidade dos dados, eliminar os ruídos da nuvem de pontos e gerar o MDS, MDT e as curvas de nível de forma coerente... Veja a seguir um exemplo do impacto que podem ter pontos de ruído no processamento da nuvem de pontos na geração do MDS, MDT e curvas de nível.

 

Desta forma, a conversão de  Modelo de Superfície (MSD) para Modelo de Terreno (MDT) se torna uma etapa simples e rápida de ser vencida com o C3D. O aplicativo oferece licença mensal, anual ou perpétua. A ENGESAT também presta serviços de processamentos pontuais sob medida com o C3D e o Global Mapper para atender os seus projetos.

 

Consulte no email laurent.martin@engesat.com.br ou Cel   041 9134 0990 e fixo 041 3059 4561  para receber uma proposta técnica e comercial sob medida para seu caso! Servimos com exclusividade clientes  no Brasil e em toda a América Latina.

 

Para receber uma licença de demonstração e conferir a capacidade de processamento do Página do CORRELATOR3D em Português

 

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Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.

 

 

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