Conheça os dados WorldDEM NEO na prática

 

As especificações dos dados altimétricos WorldDEM NEO estão apresentadas em nossa home page  em  https://www.engesat.com.br/mercados/altimetria-worlddem-neo/

Como todos os nossos produtos de elevação, os produtos WorldDEM estão disponíveis como:

 

 

Este Modelo Digital de Terreno (DTM) de alta qualidade fornece uma camada de base para aplicações como engenharia civil (por exemplo, projeto de estradas, cálculo de terraplenagem), gerenciamento de recursos naturais, bem como planejamento e implementação de operações militares (por exemplo, análise de trafegabilidade de veículos, Visualização 3D do terreno).

Precisão de uma nova dimensão e qualidade de dados exclusiva para todos os aplicativos globais

 

O WorldDEM Neo define um novo padrão para modelos globais de elevação em termos de resolução e aquisições de dados novos e atualizados (2017-2021), combinado com a alta qualidade e precisão do bem estabelecido WorldDEM. 

Características principais

 Produto

WorldDEM Neo

WorldDEM

Resolução

Grade com espaçamento

de 5m em toda a Terra

Grade com espaçamento

de 12m  em toda a Terra

Precisão

 Precisão vertical sem igual, 2 m em relativo e 2,50 em absoluto

Cobertura

                  Homogêneo, sem buracos, de pólo a pólo

Disponibilidade

                Disponibilidade imediata para toda a Terra

 

Acesse aqui os arquivos reais deste dados em pronta entrega que já são amplamente usados no mercado brasileiro.

 

Já entregamos centenas de km2 do WorldDEM NEO de 5m de resolução espacial  para clientes de todos os portes e todos os setores de atividade.

 

Arquivos digitais de origem a baixar em https://we.tl/t-4ZvlnkhrR8 

 

Conteúdo: 

 

- Modelo de superficie, MDS, de 5 m de resolução espacial, altimetria ortométrica, Geoiff 32 bit floating point UTM 22 Sul, Sirgas 2000.

- Modelo de terreno, MDT, derivado do MDS acima de 5 m de resolução por processamento da ENGESAT, altimetria ortométrica, Geoiff 32 bit floating point UTM 22 Sul, Sirgas 2000.

- Modelo digital da diferença do MDS - MDT para entender os locais editados, altimetria ortométrica, Geoiff 32 bit floating point UTM 22 Sul, Sirgas 2000.

- curva de nivel de 1 m de equidistância, altimetria ortométrica, Formato SHP UTM 22 Sul, Sirgas 2000.

- imagem de satélite de 5 m de resolução do local para visualização do cenário e uso do solo, Geotiff 8 bit, UTM 22 Sul, Sirgas 2000.

- Prazo de entrega imediato.

 

 

Amostras e Ilustrações.

 

 

Clique nas ilustrações para vê-las ampliadas.

 

Para maiores detalhes sobre os produtos e serviços do WorldDEM NEO, visite a ficha técnica do WorldDEM NEO em https://www.engesat.com.br/mercados/altimetria-worlddem-neo/

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Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.

Estamos falando dos produtos AW3D

 

A família dos produtos AW3D é composta de grades de altimetria de 2,50 e 5 m de resolução, tanto  Modelo Digital de Superfície (MDS) ou Modelo Digital de Elevação (MDE) como Modelo Digital de Terreno ( MDT), para praticamente todas as terras emersas do globo terrestre com  2.5 and 5.0 m de resolução.

Elevação e Terreno

Contexto

 

A Japan Aerospace Exploration Agency (JAXA) lancou o satélite ALOS-1 em  2006.  Por 5 anos, o instrumento PRISM  a bordo deste satélite coletou perto de 3 milhões de “triplets”, que são conjuntos de 3 cenas para um mesmo local a partir de uma mesma órbita (Visada oblíqua dianteira, trazeira e vertical) recobrindo a maior parte dos continentes. Em seguida, numa parceria da  JAXA  com a RESTEC (uma Instituição Japonesa de Pesquisa) e a  NTT DATA, foi criado um algoritmo proprietário para processar este volume de dados gerados e criar assim uma base mundial de dados altimétricos únicos de alta resolução, e com alta precisão de localização jamais visto anteriormente.

Portanto, a altimetria gerada pelo AW3D tem data entre janeiro de 2006 e maio de 2011.

A base de dados de 5 m de resolução, o AW3D Standard -5 m, foi disponibilizada em 2016  e o AW3D Standard -2.5 m seguiu em 2018. São dados pré-processados, que são finalizados, formatados e verificados no prazo de perto de 3 semanas quando um cliente formaliza um pedido comercial.

 

Disponibilidade no Brasil e no Mundo

 

O AW3d oferece recobrimento global.

 

 

A  ilustração abaixo  mostra onde existem dados ALOS PRISM de qualidade sem nuvens para geração de dados AW3D no Brasil Os locais em negro não tem dados para geração do produto mas podem ser usados dados de outras fontas para complementar ou preencher os locais sem dados.

Geração do produto

 

O sensor PRISM do satélite ALOS-1 coletava cenas de 35 por 35 km de extensão, em conjunto de 3 chamado TRIPLET, com 3 visadas distintas: dianteira, trazeira e vertical. Graças a esta configuração  única na época ( hoje outros satélites fazem igual) o satélite ALOS era capaz de levantar a topografia terreste com detalhes precisos. Isto vale igualmente para áreas montanhosas complexas e abruptas, tal como nos Andes ou nos Himalaias.

Os MDS/MDE elaborados com dados ALOS não oferecem distorsões e não há áreas sem visibilidade, como pode acontecer quando a coleta é somente realizada com par estereoscópico. Com alta qualidade nas capacidades de controle posicional e de atitude do satélite, e refinamento da precisão vertical com os dados verticais precisos do ICEsat, ambos os produtos altrimetricos d 2,50 e 5 m do AW3D oferecem precisão de localização horizontal e verical de 5m RMSE.

Não são usados pontos de controle na geração dos produto AW3D. O cliente pode opcionamente fornecer pontos de check  georefeenciados bem repartidos na área de interesse do projeto recoberta pela altimetria fornecida e impementaremos uma rotina de verificação de precisão no produto fornecido.

Especificações

 

Ambos produtos altimetricos de 5 m e 2,50 m  tem a mesma especificação técnica e precisão.  O produto com resolução de 2,50 m tem maior resolução ou detalhamento e portanto, diferenças de altimetria são mais facilmente identificadas e quantificadas como aparece noexemplo abaixo.

 

                                   Comparativo visual entre os produto AW3D de 5m (esquerda) e 2,50 m (direita) 

 

Veja a ficha técnica completa destes produtos em https://www.engesat.com.br/mercados/altimetria-aw3d/ 

 

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Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.

Nos projetos de geoprocessamento, em muitas aplicações em áreas rurais ou urbanas, é frequente a necessidade de conversão do Modelo de Superfície (MSD) para Modelo de Terreno (MDT).

Um de nossos clientes comentava ultimamente ( 28 de junho de 2018 14:38): "Gostariamos de testar o Correlator3D. Nós produzimos MDT a partir de MDS processados no XXXXXX (ocultamos de propósito) , mas o processo nosso é arcaico pois estimamos o perfil de terreno sob área vegetada por analise de perfis, e é muito maçante."

Pois bem, na verdade, existe uma solução direta e eficiente, e que está ao alcance de todos.

O Correlator3D, (C3D) desenvolvido pela canadense SimActive Inc., líder mundial no desenvolvimento de software de fotogrametria, e representada  com exclusividade na América Latina pela ENGESAT, lhe permitirá conhecer a ferramenta para realizar este processamento.

Independentemente de sua principal funcionalidade que é realizar o processamento geométrico de dados de VANT, fotos aéreas ou imagens de satélites (aerotriangulação, geração do MDS, ortoretificação e mosaicagem), o C3D possibilita ao usuário carregar um Modelo de Superfície (MSD) e realizar de forma automática com um simples clique de mouse a geração do Modelo de Terreno (MDT) correspondente.

Usando tecnologia patenteada usando algoritmos avançados de visão computacional, o C3D gera ótimos resultados em área urbana ou rural, mesmo com vegetação densa. Veja os exemplos abaixo.

A) Com altimetria do satélite PLEIADES (50 cm) em estereoscopia, com 1,50 de grade de espaçamento, em área urbana.

 

B) Com altimetria de VANT em estereoscopia, com 17,50 cm de grade de espaçamento, na área de um aterro.

 

Com imagens de satélite ou com o WORLDDEM NEO de 5 m de resolução espacial  também é possível fazer este processamento. Veja uma área do rio Xingu, visualizada e analisada no Global Mapper

 

 

 

Veja um exemplo de projeto real elaborado sob medida a partir de nuvem de pontos de 25 cm de espaçamento, este sendo o único dado fornecido pelo cliente. Foram gerados os seguintes produtos:

 

 

A etapa de processamento é a hora de verificar a qualidade dos dados, eliminar os ruídos da nuvem de pontos e gerar o MDS, MDT e as curvas de nível de forma coerente... Veja a seguir um exemplo do impacto que podem ter pontos de ruído no processamento da nuvem de pontos na geração do MDS, MDT e curvas de nível.

 

Desta forma, a conversão de  Modelo de Superfície (MSD) para Modelo de Terreno (MDT) se torna uma etapa simples e rápida de ser vencida com o C3D. O aplicativo oferece licença mensal, anual ou perpétua. A ENGESAT também presta serviços de processamentos pontuais sob medida com o C3D e o Global Mapper para atender os seus projetos.

 

Consulte no email laurent.martin@engesat.com.br ou Cel   041 9134 0990 e fixo 041 3059 4561  para receber uma proposta técnica e comercial sob medida para seu caso! Servimos com exclusividade clientes  no Brasil e em toda a América Latina.

 

Para receber uma licença de demonstração e conferir a capacidade de processamento do Página do CORRELATOR3D em Português

 

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Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.

 

 

Você sabe como funciona o processo de ortorretificação e quais os resultados obtidos com este processamento?

Na publicação anterior nós explicamos o que é ortorretificação e para que serve. Agora, entenda como funciona!

O ponto de partida neste processamento é uma imagem georreferenciada que vai se tornar ortorretificada. Frequentemente, o georreferenciamento inicial da imagem é feito a partir dos parâmetros orbitais do satélite ( informações fornecidas pelo satélite junto com a imagem bruta) e tem uma precisão limitada pela precisão do sistema de GPS e de controle de atitude do satélite. Esta precisão pode ser melhorada a partir do georreferenciamento com pontos de controle coletados em campo.

Matéria prima

Para ortorretificar uma imagem, são necessários no mínimo dois ingredientes básicos, e um terceiro opcionalmente:

Quando a ortorretificação é realizada usando um Modelo Digital de Elevação (seja de terreno ou de superfície), os RPCs do sistema imageador e os pontos de controle,  então as informações reunidas permitem alcançar um resultado de grande precisão de localização cartográfica.

Quanto mais preciso, e maior a resolução do MDT ou MDS e dos pontos de apoios, melhor será a precisão de localização final do produto ortorretificado. Você poderá consultar em outro post deste blog a metodologia de se medir a precisão cartográfica de uma imagem.

ortorretificação

Remover a influência do relevo é um dos objetivos mais importantes do processo de ortorretificação. O efeito do relevo no momento do imageamento distorce a posição dos alvos para uma posição externa com relação ao centro da câmera. Por esta razão, o processo de ortorretificação tem um impacto mais forte nas áreas de relevo acentuado. Em regra geral, ao ortorretificar uma imagem de alta resolução, se deve usar um modelo de elevação de 10 m de resolução ou melhor.  Em áreas montanhosas, se recomenda usar um modelo de elevação de maior resolução ainda.  Obviamente, um modelo mais preciso é o ideal, porém, em muitos casos, não existe disponibilidade de modelos tão precisos, e criar um seria muito caro ou levaria muito tempo. Então na prática o que realmente conta é a acessibilidade.

Métodos

Métodos de ortorretificação

Dois métodos podem usados para ortorretificar imagens com qualidade.

 

Observação

 

A luz deste exemplo, veja a importância de ter um modelo de altimetria compatível com a realidade do local recoberto pela imagem ortoretificada.

Na parte superior,  a imagem PLEIADES modo PSM de 50 cm de resolução sobre o Rodoanel no sul da cidade de São Paulo, ortoretificada com um modelo de altimetria anterior as obras de terraplanagem para a construção da rodovia. A estrada está sinuosa pois na altimetria ainda tem morros no local da estrada...

Na parte inferior,  a imagem PLEIADES modo PSM de 50 cm de resolução sobre o Rodoanel no sul da cidade de São Paulo, ortoretificada com um modelo de altimetria posterior as obras de terraplanagem para a construção da rodovia realizado com dados LiDAR. A estrada está reta pois a ortoretificação tomou em conta as alterações da altimetria introduzidas com a terraplanagem, o espaço ocupado pela estrada é conforme a realidade do local. 

 

Veja a seguir um exemplo de relatório de ortoretificação fornecido ao cliente junto com a ART para certificar a data da imagem e a precisão absoluta de localização resultante do processamento: Exemplo de Relatorio Final de Ortoretificação com pontos de controle em campo

 

É um processo que visa corrigir uma imagem, de modo que cada pixel é colocado na posição geométrica teórica como se eles tivessem sido imageados na vertical ou mais próximo desta situação. Desse modo, a ortorretificação tem por objetivo gerar uma imagem em que as distorções internas (do sistema)  e externas (da paisagem) são corrigidas, tornando as coordenadas mais precisas, e corrigindo os efeitos de perspectivas e a influência do relevo (vales e morros) sobre a geometria da imagem.

Com as medidas de distâncias, áreas e direções mais precisas, a imagem ortorretificada pode ser considerada um produto de maior qualidade cartográfica, pois está mais fiel a realidade e oferece melhores resultados nos trabalhos de engenharia.

Porém, pode-se afirmar que é impossível remover todas as distorções geométricas de uma imagem, já que visualizamos o dado num plano, através da tela do computador ou no papel, enquanto a superfície da Terra é curva.

 

ortorretificação

 IlustraçãoDavid DiBiase, Penn State University

As ilustrações acima são um exemplo. Mostram um caminho cortando uma área florestal, no sentido noroeste para sudeste. Do lado direito, temos a imagem resultante da ortorretificação, na qual é fácil perceber que a distorção no caminho, que aparecia ondulado próximo ao rio, foi corrigida, e a estrada ficou reta. Isto acontece porque o efeito causado pela topografia do local foi corrigido.

 

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