
Conheça aqui este produto PLEIADES NEO de 15 cm de resolução espacial de última geração e suas características:
Consulte-nos sobre a disponibilidade de imagens PLEIADES e PLEIADES NEO na sua área de interesse e dimensionaremos seu projeto.

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Documentos en português y español en esta página
O Global Mapper é um SIG de fácil uso, robusto e comercialmente acessível que traz até você um amplo leque de ferramentas de processamento geográfico, com acesso a uma variedade sem igual de formatos de dados.
Com preço de tabela internacional no exterior de USD 549,00 / e no Brasil de R$ 3.500,00, incluindo tributos, na versão standalone, o Global Mapper é totalmente desenvolvido na perspectiva do usuário. Durante anos, o aplicativo vem sendo desenvolvido por profissionais de SIG com uma visão futurista, que venceram o desafio de construir uma solução melhor e mais acessível que o ArcGIS.
Importar dados arrastando-os para dentro do aplicativo, ou gerar curvas de nível em dois cliques do mouse: O Global Mapper dissipa a noção de que SIG é uma tecnologia complexa. Em poucos minutos, o aplicativo é instalado e ativado, e mesmo um usuário novato sem muita experiência pode criar um mapa de qualidade, uma realização que pode levar semestres de aprendizagem no ArcGIS para ser igualada.
Com preço de tabela internacional no exterior de USD 549,00 / e no Brasil de R$ 3.500,00, incluindo tributos, na versão standalone, você terá na mão um SIG completo de processamento e gestão de informações geográfica num único aplicativo, com suporte. Você não precisará desembolsar mais nada.
Funcionalidades | | ArcGIS | |
| Custo inicial | USD 549 | USD 1,500 | |
| Suporta mais de 300 formatos | ✔ | Requer uma extensão * | |
| Geração de Grade de Altimetria | ✔ | Requer uma extensão * | |
| Geração e Curvas de Nível | ✔ | Requer uma extensão * | |
| Cálculo Raster | ✔ | Requer uma extensão * | |
| Mapeamento Temático | ✔ | ✔ | |
| Correção Geométrica | ✔ | ✔ | |
| Geocodificação de Endereços | ✔ | ✔ | |
| Rastreamento GPS | ✔ | Requer uma extensão * | |
| App (Android ou IOS) para Terminal Móvel | ✔ | Requer uma licença * | |
| Análise de Bacia Hidrográfica | ✔ | Requer uma extensão * | |
| Análise de Alcance Visual | ✔ | Requer uma extensão * | |
| Publicação de Mapas | ✔ | ✔ | |
| Processamento Básico de Dados LIDAR | ✔ | Requer uma extensão * | |
| Renderização de Dados 3D | ✔ | Requer uma extensão * | |
| Custo Final (licença standalone) | USD 549 | USD 9,700 - $12,200 |
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Global Mapper es una aplicación SIG fácil de usar, robusta y realmente asequible que combina una amplia gama de herramientas de procesamiento de datos espaciales con acceso a una variedad incomparable de formatos de datos.
Con un precio de $549 USD, Global Mapper es casi enteramente diseñado por el usuario. Con los años, el programa se ha ampliado por profesionales en SIG que tienen visión al futuro y reconocen que tiene que haber una solución mejor y más asequible que ArcGIS.
Dentro de la instalación y el registro del software, incluso el novato SIG más inexperto puede crear un mapa con calidad de presentación, una hazaña que para lograrlo en ArcGIS puede tomar varios semestres de instrucción de nivel universitario.
Por el precio de $ 549 USD para una licencia personal y permanente, recibirá un paquete completo de administración de datos SIG en una sola aplicación. No necesita hacer un desembolso financiero adicional.
Características | | ArcGIS | |
| Costo Inicial | USD 549 | USD 1,500 | |
| Soporte de 300 + Formatos | ✔ | Requiere extensión* | |
| Crear Terreno | ✔ | Requiere extensión* | |
| Generar Contornos | ✔ | Requiere extensión* | |
| Calcular en Raster | ✔ | Requiere extensión* | |
| Mapeo temático | ✔ | ✔ | |
| Rectificación de Imagen | ✔ | ✔ | |
| Geocodificación | ✔ | ✔ | |
| Rastreo GPS | ✔ | Requiere extensión* | |
| Aplicación de Android e iOS | ✔ | Se requiere licencia * | |
| Análisis de cuencas | ✔ | Requiere extensión* | |
| Vista de Análisis de Sombreado | ✔ | Requiere extensión* | |
| Publicar Mapas | ✔ | ✔ | |
| Procesamiento básico de LiDAR | ✔ | Requiere extensión* | |
| Renderizado de Datos en 3D | ✔ | Requiere extensión* | |
| Costo Final (licencia standalone) | USD 549 | USD 9,700 - $12,200 |
Documento Original em https://www.bluemarblegeo.com/products/global-mapper-arcgis.php
Toda imagem de satélite é afetada em algum grau pelas condições atmosféricas no momento de sua aquisição, que provoca reflexão da luz solar pela névoa, vapor de água e partículas diversas. O processamento AComp da DigitalGlobe (Atmospheric Compensation) literalmente corta estes efeitos, devolvendo à imagem de satélite a sua qualidade visual, com claridade e definição que rivalizam com imagens captadas por aerofotogrametria.
Vantagens e consequências do processamento AComp da DigitalGlobe (Atmospheric Compensation)
• Claridade da imagens: remove os efeitos da reflexão da luz solar pela névoa, vapor de água e partículas diversas presentes na atmosfera.
• Viabilidade de imageamento: aumenta significativamente a quantidade de dados utilizáveis adquiridos pelos sensores em novas coletas.
• Maior disponibilidade de acervo: faz com que imagens anteriormente desprezadas ou inutilizáveis voltem a ser viáveis para análise.
• Conteúdo valorizado: permite uma analise mais objetiva e profunda, e otimiza a extração das informações de interesse nas imagens de satélites.
• Automação: pode ser aplicado sistematicamente em grande quantidade de imagens sem intervenção manual.
É mais qualidade de imagem. Permite otimização na coleta de dados. Resulta em maior confiabilidade do sistema.
O processamento AComp otimiza a qualidade e a claridade das imagens de satélites, mesmo que adquiridas em condições atmosféricas desfavoráveis. Comprove o resultado visualizando a imagem abaixo com a ferramenta deslizante, movendo o limite vertical entre as duas imagens para as laterais.
Este processamento radiométrico se aplica nas imagens da Digital Globe e tem o seu equivalente nos dados da AIRBUS. Consulte nos para saber quais soluções oferecemos para seus projetos.
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Se imagens de satélites são informações hoje democraticamente e generosamente disponíveis no mercado, o mesmo não se pode dizer de informação de altimetria, onde é comum termos que nos satisfazer com uma solução que está ainda longe do ideal técnico para se alcançar os melhores resultados. Mas parece que esta escassez está com os dias contatos. A AIRBUS acaba de anunciar que a sua base mundial de altimetria de alta resolução, o WorldDEM está disponível, praticamente em pronta entrega e com especificações técnicas surpreendentes... Confira!
- Recobrimento de polo a polo: modelo digital de elevação homogêneo
- Qualidade única: informação de altimetria de qualidade superior
- Disponibilidade para qualquer localidade da Terra
- Precisão sem igual: 2 m de precisão relativa / 4 m de precisão absoluta na vertical
- Resolução horizontal de 12 por 12 m em formato raster
- Modelo Digital de Superficie & Modelo Digital de Terreno disponíveis
- Fácil acesso
E as boas notícias não param por aqui:
O Modelo Digital de Terreno do WorldDEM é derivado do WorldDEM™ após remoção por edição digital da vegetação e das edificações, e mostra o solo nú da superfície da Terra. Como o Modelo Digital de Terreno do WorldDEM é elaborado a partir de um dado de alta resolução, ele traz igualmente a garantia e a qualidade de um alto nível de detalhe e precisão.
Os MDT são ideais para mapeamento, modelização hidrológica, e análise de terreno. Estes produtos compõe o leque de produtos disponibilizados pela AIRBUS, mas oferecemos igualmente opções adicionais de produtos baseados no WorldDEM, tais como base de dados mundiais de linhas de costa, mapas de corpos d´água e mapas globais de aeroportos e de portos.
Veja um comparativo como que existia de melhor até agora:

O WorldDEM fornece um nível de detalhamento superior ao SRTM até então disponível. Local: Arkansas, USA
A ENGESAT oferece na linha do WorldDEM dados com qualidade, precisão e recobrimentos sem precedentes. Para ajudar os clientes a se beneficiarem da alta precisão desta informação altimétrica, três produtos principais são disponibilizados.
Modelo digital de superfície sem edição, ou seja sem qualquer post processamento. Este produto geralmente contém artefatos próprios a dados radar e ao processamento, bem como áreas não validadas.
Modelo digital de superfície editado com consistência hidrológica garantida, (por exemplo: achatamento dos corpos d´água, fluxo consistente dos cursos d´água, edição da linha de costa). Ideal para aplicações de defesa e segurança, e para a indústria de óleo e gás.
Modelo digital de terreno, representando o solo nú sem vegetação nem edificações. Ideal para mapeamento, modelização hidrológica e análise de terreno.
NDVI é a abreviação da expressão em inglês para Normalized Difference Vegetation Index, o que equivale em português a Índice de Vegetação da Diferença Normalizada. Serve para analisar a condição da vegetação natural ou agrícola nas imagens geradas por sensores remotos. É frequentemente usado para medir a intensidade de atividade clorofiliana, inclusive comparando vários períodos distintos.
O NDVI é computado realizando aritmética de canais espectrais dos sensores, na maioria dos casos provenientes de satélites. A figura abaixo mostra as faixas do espectro eletromagnético na qual que existe absorção pela vegetação.

Desta forma, as aplicações dos cálculos de NDVI na agricultura são várias, e rendem excelentes resultados para necessidades como:
A fórmula é como segue: NDVI = (Infra Vermelho – Vermelho) / (Infra Vermelho +Vermelho)
No aplicativo, a fórmula da equação acima é simplesmente realizada em cada pixel, respectivamente nas bandas dos canais vermelho e infravermelho próximo, resultando em um valor final do NDVI que varia entre -1 e 1.
Quanto mais próximo de 1, maior é a atividade vegetativa no local representado pelo pixel, enquanto valores negativos ou próximos de 0 indicam áreas de água, edificações, solo nú, enfim, onde há pouca ou nehuma atividade clorofiliana.
O princípio teórico é que a vegetação, quanto mais ativa, mais absorve a luz solar na região do vermelho, no processo de trabalho da clorofila nos tecidos vegetais, deixando os valores digitais baixos da imagem de satélite no canal vermelho. Da mesma forma, a estruturas celulares das folhas provocam uma forte reflexão da luz solar na região do Infravermelho próximo (distribuição angular delas e o fator de reflectância bidirecional e outros fatores externos, explica a literatura), deixando os valores digitais altos da imagem de satélite no canal infra vermelho.
Seguem abaixo um exemplo de uma imagem em cores naturais e processada com NDVI.
É possível igualmente analisar a evolução e as alterações dos valores NDVI de mês em mês ou de ano a ano ou em algum período de interesse do cliente, seja pontualmente, seja para uma área completa, para comprovação da realização de plantio, tal como o exemplo abaixo. Um laudo com medições geralmente acompanha o produto, bem como uma ART certificando as datas das imagens usadas.

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A Resolução Nº 4.427 de 25 de junho de 2015 a partir de 1º de janeiro de 2016, autoriza a utilização do sensoriamento remoto para fins de fiscalização de operações de crédito rural e determina o registro das coordenadas geodésicas do empreendimento financiado por operações de crédito rural no Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor).
Por utilização de sensoriamento remoto, entenda-se, utilização de dados obtidos por sensores de satélite, aviões ou drones.
A Seção 8 "Fiscalização por Sensoriamento Remoto" é um anexo com as orientações técnicas do processo. Esta seção detalha na prática as especificações e as condições de uso das técnicas de sensoriamento remoto para a fiscalização das operações de crédito de custeio agrícola e das operações de crédito rural.

SPOT MAP PSM 2,50 m de resolução cores naturais ortoretificado de area de lavoura em Pompeu - MG
Anteriormente, as análises e fiscalizações de operações crédito rural deviam ser feitas a partir de levantamento de dados geográficos a partir de trabalhos de campo. Isso exigia a mobilização de uma equipe com recursos específicos que vão de equipamentos especializados a veículos para a chegar em localizações de difícil acesso. E este levantamento tomava muito tempo para ser realizado e era muito caro, o que muitas vezes inviabilizava a operação.
Agora, fazendo a análise a partir de dados obtidos por sensoriamento remoto, o custo destes estudos é muito menor, pois uma imagem de satélite pode recobrir uma grande área com excelente resolução e operacionalmente é muito mais simples, pois as análises são feitas sobre esta mesma imagem, sem que exista a necessidade de mobilização de uma equipe para fazer o trabalho de campo. Além de ser mais viável financeiramente, o estudo por meio de imagens de satélite são muito mais rápidos. Uma imagem de satélite pode ser comprada e entregue em menos de 48 horas.
O item 2 da seção 8 diz o seguinte: “Considera-se sensoriamento remoto o conjunto de atividades relacionadas à aquisição e à análise de dados de sistemas fotográficos, óptico-eletrônicos ou de radar, capazes de detectar e registrar, sob a forma de imagens, o fluxo de radiação eletromagnética refletida ou emitida por objetos distantes”.
Isto abre a porta para qualquer forma de obtenção de imagens, com diferentes veículos e sensores, sejam eles imagens de satélites, aviões ou drones. Deve-se apenas prestar atenção nas as especificações técnicas exigidas e utilizar os dados que se encaixem nelas. As especificações são:
É necessário que imagens utilizadas no estudo sejam da safra em andamento, por isso não poderão ser usadas imagens de satélites de catalogo de datas passadas, e se faz necessário recorrer a programação de imageamento para garantir a aquisição de dados.
O mais importante nessas imagens é que a qualidade radiométrica das imagens, então não faz sentido utilizar imagens de 30, 40 ou 50 cm, que são muito mais caras, dados de 4, 6 ou 10 m de resolução coloridas multiespectrais são suficientes para análises de operações de crédito rural.
O relatório ou laudo emitido pelo estudo deverá ser assinado:
Para elaborar e analisar essas imagens os profissionais habilitados podem ser agrimensores, um topógrafos, um geógrafos, cartógrafos ou agrônomos, desde que tenham seu CREA em dia e conhecimento de sensoriamento remoto. Isto indica igualmente que pode não ser o Banco que realizará este laudo mais sim um profissional liberal ou uma empresa especializada contratada para a oportunidade, seja pelo Banco ou pelo beneficiário do crédito rural.
Como fornecedores de imagens de mais de 30 satélites comercialmente disponíveis comercialmente e prestadores de serviços de geoprocessamento sob medida, a EngeSat vê como segue a metodologia de uso de imagens de satélites no caso de um projeto para fiscalização de operações de crédito:
Então, acreditamos que é um ótimo avanço para o setor de geoinformação do Brasil e esta resolução permitirá maior viabilidade e simplicidade operacional para a conquista de um bom investimento por meio crédito rural tanto para os agricultores quanto para as instituições financeiras.
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A LizardTech é especialista na tecnologia de compressão de dados, sendo criadora do famoso formato MrSid. O software GeoExpress, da LizardTech, reduz os custos de armazenamento através da compressão de imagens para uma fração do seu tamanho original, usando o formato de compressão de dados MrSID ou o JPEG e agora o avançado formato “MrSID Generation 4″ (MG4), mantendo a integridade e qualidade visual dos dados originais.

Em sua versão mais recente, o GeoExpress 9.5 incorporou o módulo Lidar Compressor, que anteriormente era disponibilizado a parte e assim, quem faz a atualização de sua licença ou adquire a licença nova tem tudo numa unica ferramenta, para compactar dados raster e dados LiDAR.
As imagens processadas pelo GeoExpress da LizardTech tem tamanho 20 vezes menor sem perda de informações visuais. Os arquivos de dados LiDAR processados pelo GeoExpress são no mínimo 4 vezes mais compactos sem perda de informações.
várias imagens em mosaicos, crie facilmente imagens em recortes regulares sob medida, e exporte somente as partes de imagens que você escolheu na resolução que você quer.Quando você usa software Esri Server junto com o Express Server, você consegue entregar imagens numa velocidade que supera a de outros servidores, e gera uma performance de escala que viabiliza imagens maiores e maior número de usuários. Com o Express Server, quanto mais árdua é a tarefa, mais óbvia e visível fica a vantagem da união entre Esri e LizardTech. Quando configurado em associação com o ArcGIS Server da Esri ou o ArcGIS Online, o Express Server amplia a performance da estrutura dos servidores de imagem existentes por um fator de 25 vezes. Sendo assim, o Express Server é o modo mais rápido e eficiente de servir imagens no formato MrSID.
Use o Express Server para acessar imagens a partir de catálogo de arquivos do sistema para visualização rápida. Com o Express Server, suas imagens podem ser visualizadas simultaneamente nos aplicativos da Esri, WMS e aplicativos da web – ou seja virtualmente em todos os SIG mais usuais.
Para saber mais, baixe a seguir os folders eletrônicos da família de produtos da LizardTech em português:
Para os clientes dos demais Países da América Latina, seguem os folders eletrônicos da família de produtos da LizardTech em espanhol:
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Quando decidimos fazer o blog, optamos por trazer assuntos interessantes e que geram alguma curiosidade nas pessoas. Ficamos pensando em algo do dia a dia, dúvidas que muitas vezes escutamos por telefone, ou recebemos por email. Chegamos à conclusão que um assunto que gera muitas dúvidas nos clientes da EngeSat é o fato de muitas vezes as imagens do Google Earth parecem "melhores" do que as imagens adquiridas a partir de um distribuidor autorizado, mas não se engane, só parecem!
Um lindo vídeo publicado na internet mostra a evolução da Terra nos últimos anos... Mais não é por isso que você deve acreditar que terá imagens de alta resolução ( melhor que 1 m, em 1984...)... Esta sequência é principalmente feita com imagens Landsat de 30 ou 15 m de resolução.
Para ficar o mais simples possível, vamos citar as diferenças entre as imagens do Google Earth e de imagens autorizadas que a EngeSat, oferece. Todos nós ficamos algum tempo passeando pelo Google, conhecendo diversas cidades, no mundo todo. Vemos imagens impressionantes, lindas mesmo. Mas o que ocorre é que nem sempre essas imagens são imagens de satélites: muitas são fotos aéreas e possivelmente logo teremos publicadas algumas imagens feitas por drones. Então fazer uma comparação de qualidade entre elas fica, digamos, inviável. Teria que conhecer a fonte, a data, o sensor, etc...
Comparativo entre imagens do Google Earth ...

e imagem comercial de 30 cm numa área em São Paulo.

Temos que levar igualmente em consideração uma questão muito importante: essas imagens do Google, quando copiadas da tela, não são georreferenciadas, o que é um grande problema para quem precisa trabalhar com elas. Outro ponto que devemos observar também é que as imagens vizinhas podem ter erros de sobreposição na sua junção, e são imagens apenas no formato JPG sem bandas espectrais separadas. Consequentemente a grande maioria dos softwares de SIG (Sistemas de Informação Geográfica) e PDI (Processamento de Imagem) não conseguem trabalhar com elas.
Outro problema que encontramos é que a data informada pelo Google na barra de datas deve ser fonte de desconfiança. Se a sua área de interesse fica na transição entre duas imagens de datas diferentes, você pode estar pensanfo usa uma imagem de uma data e na verdade esta usando outra imagem de outra data. Por isso mesmo o GOOGLE EARTH não serve para fundamentar perícias judiciais, pode no máximo lhe ajudar na hora de verificar a situação de um local numa data de interesse... mesmo porque o GOOGLE EARTH não publica todas as datas de todo os satélites.. portanto não é exaustivo.

Como fica a confiabilidade da sua perícia quando o Google Earth mostra imagens tiradas em datas e estações diferentes?
E mais, não ache que a vista que você viu de uma capital terá a mesma qualidade que uma cidadezinha lá no interior. As vezes, nem mesmo todas as capitais tem a mesma qualidade. Exitem locais onde somente verá o Landsat de 30 m de resolução disponível !
Para finalizar, o Google não vende essas imagens e nem autoriza o seu uso comercial. ( "The up-to-date Google map is not for purchase or for download; it is to be used as a guide for reference and search purposes only".) E mais sério ainda, não podem er usadas em pericias judiciais por que, simplemente, não são confiáveis!
Comparativo entre imagens do Google Earth e imagem comercial de 30 cm no Cabo de Santo Agostinho - PE:

Então, o que te sugiro é entrar em contato com a EngeSat e solicitar amostras dos diversos sensores que trabalhamos, tornando a comparação de diferentes tipos de imagens mais condizente com a realidade. Nosso departamento comercial está pronto para atender e tirar qualquer dúvida que possa surgir diante desse assunto: procuraremos as imagens ténciamente adequadas ao seu projeto, com a resolução que permite a identificação dos alvos de interesse (por exemplo: identificar uma casa de 100 m2, ou 10 por 10 m de tamanho, com uma imagem Landsat de 30 m de resolução não é possivel!) evitando aborrecimentos e garantindo o retorno de seu investimento.
Interessante igualmente é este artigo: “Do uso inapropriado de imagens aéreas do Google Earth no exercício do Poder de Polícia Ambiental” por Franco Cristiano da Silva Oliveira Alves.
Enfim, se ainda não está convencido, assista este excelente vídeo da CLICKGEO, de autoria de Anderson de Medeiros.
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Na publicação anterior nós explicamos o que é ortorretificação e para que serve. Agora, entenda como funciona!
O ponto de partida neste processamento é uma imagem georreferenciada que vai se tornar ortorretificada. Frequentemente, o georreferenciamento inicial da imagem é feito a partir dos parâmetros orbitais do satélite ( informações fornecidas pelo satélite junto com a imagem bruta) e tem uma precisão limitada pela precisão do sistema de GPS e de controle de atitude do satélite. Esta precisão pode ser melhorada a partir do georreferenciamento com pontos de controle coletados em campo.
Para ortorretificar uma imagem, são necessários no mínimo dois ingredientes básicos, e um terceiro opcionalmente:
Quando a ortorretificação é realizada usando um Modelo Digital de Elevação (seja de terreno ou de superfície), os RPCs do sistema imageador e os pontos de controle, então as informações reunidas permitem alcançar um resultado de grande precisão de localização cartográfica.
Quanto mais preciso, e maior a resolução do MDT ou MDS e dos pontos de apoios, melhor será a precisão de localização final do produto ortorretificado. Você poderá consultar em outro post deste blog a metodologia de se medir a precisão cartográfica de uma imagem.

Remover a influência do relevo é um dos objetivos mais importantes do processo de ortorretificação. O efeito do relevo no momento do imageamento distorce a posição dos alvos para uma posição externa com relação ao centro da câmera. Por esta razão, o processo de ortorretificação tem um impacto mais forte nas áreas de relevo acentuado. Em regra geral, ao ortorretificar uma imagem de alta resolução, se deve usar um modelo de elevação de 10 m de resolução ou melhor. Em áreas montanhosas, se recomenda usar um modelo de elevação de maior resolução ainda. Obviamente, um modelo mais preciso é o ideal, porém, em muitos casos, não existe disponibilidade de modelos tão precisos, e criar um seria muito caro ou levaria muito tempo. Então na prática o que realmente conta é a acessibilidade.

Dois métodos podem usados para ortorretificar imagens com qualidade.
A luz deste exemplo, veja a importância de ter um modelo de altimetria compatível com a realidade do local recoberto pela imagem ortoretificada.
Na parte superior, a imagem PLEIADES modo PSM de 50 cm de resolução sobre o Rodoanel no sul da cidade de São Paulo, ortoretificada com um modelo de altimetria anterior as obras de terraplanagem para a construção da rodovia. A estrada está sinuosa pois na altimetria ainda tem morros no local da estrada...
Na parte inferior, a imagem PLEIADES modo PSM de 50 cm de resolução sobre o Rodoanel no sul da cidade de São Paulo, ortoretificada com um modelo de altimetria posterior as obras de terraplanagem para a construção da rodovia realizado com dados LiDAR. A estrada está reta pois a ortoretificação tomou em conta as alterações da altimetria introduzidas com a terraplanagem, o espaço ocupado pela estrada é conforme a realidade do local.

Veja a seguir um exemplo de relatório de ortoretificação fornecido ao cliente junto com a ART para certificar a data da imagem e a precisão absoluta de localização resultante do processamento: Exemplo de Relatorio Final de Ortoretificação com pontos de controle em campo
É um processo que visa corrigir uma imagem, de modo que cada pixel é colocado na posição geométrica teórica como se eles tivessem sido imageados na vertical ou mais próximo desta situação. Desse modo, a ortorretificação tem por objetivo gerar uma imagem em que as distorções internas (do sistema) e externas (da paisagem) são corrigidas, tornando as coordenadas mais precisas, e corrigindo os efeitos de perspectivas e a influência do relevo (vales e morros) sobre a geometria da imagem.
Com as medidas de distâncias, áreas e direções mais precisas, a imagem ortorretificada pode ser considerada um produto de maior qualidade cartográfica, pois está mais fiel a realidade e oferece melhores resultados nos trabalhos de engenharia.
Porém, pode-se afirmar que é impossível remover todas as distorções geométricas de uma imagem, já que visualizamos o dado num plano, através da tela do computador ou no papel, enquanto a superfície da Terra é curva.

Ilustração: David DiBiase, Penn State University
As ilustrações acima são um exemplo. Mostram um caminho cortando uma área florestal, no sentido noroeste para sudeste. Do lado direito, temos a imagem resultante da ortorretificação, na qual é fácil perceber que a distorção no caminho, que aparecia ondulado próximo ao rio, foi corrigida, e a estrada ficou reta. Isto acontece porque o efeito causado pela topografia do local foi corrigido.
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A Blue Marble Geographics tem o prazer de informar que a Engesat, no Brasil, completou em março de 2015 com sucesso o programa de Certificação de Treinamento. Junto com a sua equipe, Laurent Martin, da Engesat, passou 3 dias de intenso treinamento prático do aplicativo. O Programa de certifica profissionais que demonstram as melhores capacidades técnicas no manuseio do software da Blue Marble. As soluções de manipulação de dados geoespaciais, visualização, e conversão da Blue Marble são usados mundialmente por milhares de analistas de geoprocessamento, nos setores de óleo e gás, mineração, engenharia civil, mapeamento, meio ambiente, agricultura e empresas e tecnologia, bem como órgãos públicos e Universidades.
A Blue Marble iniciou o programa de certificação de treinadores este ano. Ciclos de treinamento foram realizados em diversos locais, internacionalmente, e alguns ainda estão para acontecer. Após extensa revisão dos cursos oferecidos anteriormente, e retorno da comunidade de usuários, o novo treinamento foi estendido para 3 dias completos, oferecendo certificação ao ser completado. Outras opções de treinamento incluem exercícios práticos orientados com apostilas, permitindo que o usuário estude no seu ritmo e por conta própria, e igualmente a possibilidade de realização de treinamento sob medida, que pode ser realizado para um grupo ou online.
A Engesat é promotora do Global Mapper e distribuidora exclusiva da Blue Marble Geographics no mercado brasileiro, sendo o primeiro dos parceiros da Blue Marble Geographics, a nível mundial, a obter todas as três certificações: Distribuidor, Centro de Treinamento e Usuário Certificado. A Blue Marble e a Engesat vêm atuando em parceria há vários anos para expandir o mercado do Global Mapper no Brasil, e nos países vizinhos.

Executivos da Blue Marble, os gerentes Conse Vecchio e Sam Knight, viajaram em maio de 2015 para São Paulo para ministrar um curso do Global Mapper em português, junto com a Engesat. Este era a segunda viagem para o Brasil e incluía igualmente uma participação conjunta de ambas empresas na feira e exposição MundoGEO#Connect Latin America 2015. A Engesat traduziu vários documentos de suporte técnico e comercial para os idiomas português e o espanhol par facilitar o acesso a informação de seus clientes na América Latina. (Veja em www.globalmapper.com.br)
“Se tornar um Centro de Treinamento Certificado é bom para oferecer mais valor aos nossos clientes, e a segurança de que eles receberão o melhor suporte possível para todas as novas funcionalidades do Global Mapper e do Módulo LiDAR. É igualmente importante fazê-lo em Português e Espanhol” diz Laurent Martin. “Isto traz confiança para nossos clientes, no Brasil e na América do Sul, de que suas solicitações são bem compreendidas e que eles podem desempenhar da melhor forma com a ferramenta na qual eles investiram. Isto reforça a tendência do Global Mapper ser cada vez mais adotado por vários usuários como sua escolha de software de GIS.
A Blue Marble e a Engesat oferecem várias opções de treinamento para ajudar seus clientes a maximizar o retorno de seu investimento no seus aplicativos. Se você já seja um profissional de GIS ou está somente iniciando suas atividades num setor que requer o uso de tecnologia GIS, nossas opções de treinamento lhe fornecerão as ferramentas das quais precisa para ter sucesso.
Para mais informações sobre nossas opções de treinamento para o Global Mapper, consulte nosso site.
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