Qual é a diferença entre dados georreferenciados e ortorretificados? Como a ortorretificação é realizada e como sua precisão é testada? O que são arquivos RPC e como são utilizados na ortorretificação?
O que é Correção Geométrica e Ortorretificação?
Correção Geométrica é o processo de alinhar uma imagem com base em pontos de controle, corrigindo distorções simples como rotação ou inclinação do sensor. Já Ortorretificação vai além: ela também corrige os efeitos do relevo, gerando uma imagem com escala uniforme e precisão cartográfica.
❗ Importante: nenhum desses processos é sinônimo de georreferenciamento. Georreferenciar uma imagem significa apenas posicioná-la corretamente em um sistema de coordenadas (por exemplo, latitude e longitude) — ou seja, atribuir-lhe uma localização no espaço. No entanto, uma imagem georreferenciada não garante precisão planimetrica ou altimetrica. Já corrigir geometricamente ou ortorretificar envolve ajustar distorções reais causadas por fatores como a inclinação do sensor, altitude de voo ou o relevo do terreno.
Para realizar tanto processo de Correção Geométrica quanto Ortorretificação e alcançar a maior precisão possível, também são necessários pontos de controle em solo (GCPs). Podemos definir GCPs como locais conhecidos na superfície terrestre, com coordenadas XY (latitude/longitude) e Z (elevação) altamente precisas, obtidas por levantamento topográfico.
Enquanto para uma correção geometrica é necessario somente pontos de controle em solo GCPs, para ortorretificar uma imagem, é necessário pelo menos um modelo de elevação e um modelo de câmera ou coeficientes polinomiais racionais (RPCs).
Teste de Precisão de Imagens Ortorretificadas
Em geral, há quatro fatores principais que influenciam a precisão final de uma ortoimagem:
A própria imagem — especialmente o ângulo off-nadir e o relevo do terreno. O off-nadir é o ângulo de inclinação do satélite no momento da captura da imagem. Um ângulo de 0° significa que o satélite estava apontando diretamente para baixo. Imagens com ângulo off-nadir alto (geralmente acima de 25°) e/ou sobre áreas com grande relevo (montanhas, vales etc.) tendem a apresentar menor precisão após ortorretificação.
O método de ortorretificação — usar um modelo de câmera, por exemplo, pode resultar em uma ortoimagem ligeiramente mais precisa.
A qualidade dos pontos de controle em solo (GCPs) — quanto mais precisos forem, maior será a precisão da ortoimagem.
A distribuição espacial dos GCPs — se todos estiverem concentrados em uma pequena área, essa região será mais precisa, mas a precisão diminuirá à medida que se afastar do agrupamento. Em geral, a precisão da ortoimagem decai conforme aumenta a distância dos GCPs.
Para testar a precisão de uma ortoimagem, é imprescindível ter pontos de controle em solo. Sem esses pontos, não há como garantir a precisão do produto final, o que pode ser frustrante quando esse controle está ausente.
Assumindo que você tenha usado GCPs, existem duas formas principais de validar a precisão:
1. Método Hold-Out (Divisão de Amostra)
Separa-se parte dos GCPs para o processo de ortorretificação (ponto de controle) e reserva-se uma parte para teste posterior (ponto de check).
Vantagem: fácil de implementar.
Desvantagem: pode ser pouco confiável, especialmente se o número de GCPs for baixo, pois a amostra de teste pode não representar bem o todo.
2. Validação Cruzada Leave-One-Out
Subconjuntos diferentes de GCPs são repetidamente usados e excluídos do processo de ortorretificação.
Cada rodada testa a precisão com diferentes pontos reservados.
Vantagem: resultados mais robustos e confiáveis, embora o processo seja mais complexo.
Como Medir a Precisão
Uma vez escolhida a metodologia, o teste de precisão segue estes passos:
Localize cada ponto de teste na ortoimagem.
Meça a distância em linha reta até a sua localização real no terreno.
Essa localização real é determinada pelas coordenadas XY registradas no levantamento topográfico.
Registre todas as distâncias medidas em uma planilha.
Com os dados, calcule a precisão usando um dos métodos comuns:
RMSE (Erro Quadrático Médio): raiz quadrada da média das diferenças entre coordenadas medidas e reais. Indica o desvio médio da imagem em relação à realidade.
CE90% (Erro Circular de 90%): raio de um círculo em que 90% dos GCPs devem cair dentro da sua posição real.
NMAS (Padrões de Precisão Cartográfica Nacional dos EUA): norma estabelecida pelo USGS em 1947 que define a precisão exigida de acordo com a escala do mapa. Por exemplo, uma ortoimagem com escala máxima de 1:4.800 deve apresentar CE90% de no máximo 13,33 pés (~4 metros).
⚠️ Importante: A precisão pode variar muito dependendo de onde os GCPs de teste estão localizados. GCPs em áreas planas tendem a mostrar maior precisão, enquanto áreas montanhosas apresentam resultados menos precisos. Como regra prática, imagens dos satélites mais recentes como WorldView-1/2 e GeoEye-1 podem alcançar precisão de 2 a 3 pixels, assumindo bom uso de GCPs e um modelo de elevação. Para outros satélites, 5 pixels é uma meta comum.
Coeficientes Polinomiais Racionais (RPCs)
Por fim, vamos entender o que são os arquivos RPC e sua importância na ortorretificação.
Os arquivos RPC são uma maneira padronizada e eficaz de descrever a posição da imagem de satélite no solo. Eles contêm duas equações polinomiais:
Uma que relaciona a linha da imagem (linha do pixel) à coordenada X do mundo real.
Outra que relaciona a coluna da imagem (coluna do pixel) à coordenada Y do mundo real.
Essas equações calculam a posição XY a partir do canto superior esquerdo da imagem. Os coeficientes que alimentam essas equações são fornecidos pelas empresas de sensoriamento, com base na posição e orientação do satélite no momento da coleta e no modelo rigoroso da câmera, que é proprietário.
Por isso, os RPCs são um modelo genérico que pode ser usado com qualquer sensor e são fáceis de implementar em softwares comerciais de sensoriamento remoto. Muitas vezes, os desenvolvedores preferem usar RPCs em vez de buscar modelos de câmera exclusivos de cada fabricante (o que pode ser demorado).
Embora os RPCs tentem incorporar todos os fatores considerados no modelo de câmera, existe uma pequena diferença entre os dois, o que pode levar a um erro residual ligeiramente maior na ortoimagem final.
???? Observação final: Cada empresa tem seu próprio formato de arquivo RPC — por exemplo, a DigitalGlobe os chama de arquivos RPB, enquanto a Airbus os fornece em formato XML.
Quer explorar mais sobre o mundo das imagens de satélite e geosoftwares?
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Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.
As fortes chuvas que atingiram o litoral norte de São Paulo neste fim de semana deixaram ao menos 40 mortos e centenas de desalojados e desabrigados, segundo as prefeituras locais e a Defesa Civil do Estado de São Paulo.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, disse à TV Globo que há pelo menos outras 40 pessoas desaparecidas.
Os temporais causaram alagamentos, deslizamentos, soterramento de casas, afetaram o abastecimento de água e levaram à interdição de rodovias e estradas, deixando os moradores isolados.
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Em caráter humanitário, científico, histórico e demonstrativo de suas tecnologias de observação da Terra, a AIRBUS DS tomou a iniciativa e realizar uma programação prioritária, urgente e imediata do local para em seguida disponibilizar os dados em acesso livre para as autoridades e os interessados.
Cópia de tela de parte das imagens somente. Links de download em plena resolução abaixo. Imagens ortoretificadas UTM 23 Sul Sirgas 2000 geotif 8 bit com contraste.
"Imagens Pleiades: Copyright 2023 AIRBUS DS / Processamento ENGESAT".
1) 21 de fevereiro de 2022, imagem de referência do "antes", livre de nuvens,
Cópia de tela de parte das imagens somente. Links de download em plena resolução abaixo.
os dados PLEIADES brutos, nível PRIMARY com RPCs (parâmetros orbitais de modelização para a ortoretificação) em modo PSM ( fusão digital de 4 bandas espectrais e 50 cm de resolução espacial já realizada usando o modo PAN de 50 cm e o modo MS e 2 m)em geotif 16 bit para serem ortoretificados podem fazer contato para o Whatsapp
os dados PLEIADES brutos, já ortoretificados com parâmetros orbitais e SRTM em modo PSM ( fusão digital de 4 bandas espectrais e 50 cm de resolução espacial já realizada usando o modo PAN de 50 cm e o modo MS e 2 m) em geotif 16 bit podem fazer contato para o Whatsapp
se identificando, informando seu nome completo, instituição e e-mail de contato e enviaremos link para download. Favor fazer consta em eventual publicação das imagens a menção "Imagens Pleiades: Copyright 2023 AIRBUS DS / Processamento ENGESAT".
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Imagem de satélite pode ser usada para Perícias Judiciais?
Muitos de nossos clientes nos consultam para obter uma imagem de satélites para finalidade de pericia judicial. Além da compra da imagem representar um investimento importante, ele deve produzir os efeitos desejados a favor do contratante: Se trata de comprovar uma situação num espaço geográfico, e pelo fato de que todos os provedores de imagens mantém um catalogo completo e exaustivo sem exclusão das imagens mesmo com 100 % de nuvens, é possível levantarmos a disponibilidade de imagens de satélites para qualquer local e qualquer data.
Pesquisamos TODOS OS SATÉLITES comercialmente disponiveis com os parâmetro mais abertos possíveis, tal como 100 % de nuvens, pois se a area de interesse é pequena, uma imagem com nuvens mas com o local de interesse livre pode servir. Cada caso é um caso.
Imagem SUPERVIEW de 50 cm de resolução em cores naturais numa área de eucaliptus. "Se for para provar que foi cortado, está provado..."
"O Google não vende essas imagens e nem autoriza o seu uso comercial. ( “The up-to-date Google map is not for purchase or for download; it is to be used as a guide for reference and search purposes only”.) E mais sério ainda, não podem ser usadas em pericias judiciais por que, simplemente, não são confiáveis!"
Como fica a confiabilidade da sua perícia quando o Google Earth mostra imagens tiradas em datas e estações diferentes?
Os cuidados a tomar: Nota FISCAL + ART-CREA
Na compra de uma imagem de satélite para fins de perícia ou prova judicial, a Nota Fiscal e a ART emitida pela ENGESAT são os documentos que comprovam e garantem a data da imagem. Você não pode abrir mão destes detalhes para fazer valer a informação trazida pela imagem comprada como prova no processo instruído. Poderemos igualmente fornecer o METADADO da imagem que é o arquivo fornecido pela estação do provedor de dados junto com a imagem bruta que traz todos os parâmetros técnicos da imagem, tal como a data e hora de imageamento.
Veja o exemplo a seguir de uma imagem KOMPSAT 2 adquirida em 13 de Agosto de 2012: " AUX_STRIP_ACQ_DATE_UT 20120813"
Observação
A imagem com Nota Fiscal e ART é uma coisa: O laudo técnico dando as respostas técnicas sobre a situação de interesse para alimentar o processo judicial em andamento e servir de prova é outro documento que o cliente deve providenciar junto a um profissional de sua escolha ou com a ENGESAT, tendo que descrever exatamento o que ele quer mostrar e a imagem será processada analisada em função das informações de interesse, tanto do ponto de vista quantitativo (medições, áreas, etc...) quanto qualitativo (grau de alteração da vegetação, existência ou não de edificações, ...).
Com os devidos cuidados, uma imagem de satélite pode fazer a diferença quando usada como elementos de prova para fundamentar uma perícia judicial. Consulte nosso departamento comercial e informe extamente o que busca. Consute o guia de Como escolher uma Imagem de Satélite para ter certeza de proceder da forma correta.
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A AIRBUS Defense & Space, empresa que opera os satélites PLEIADES e SPOT 6 entre outros, disponibilizou GRATUITAMENTE a partir da tarde do dia 25-01-19 todas as imagem PLEIADES de 50 cm de resolução colorida adquiridas sobre a área da Mina do Córrego Feijão em Brumadinho - MG.
Acesso GRATUITO a todos os dados
ALTIMETRIA RASTER do SRTM V3 de 38,21 m (1 arco de segundo) de resolução da área gerado pela USGS sobre a região de Brumadinho - MG em GEOTIF 32 bit Floating Point. Área recoberta com relação as imagens PLEIADES. Download em https://we.tl/t-JxCgOO1r8t
Imagem PLEIADES de 50 cm de resolução colorida RGB imageada em 18-01-19 sobre Brumadinho, MG, Mina Corrego do Feijão. Ortoretificada com parâmetros orbitais. UTM WGS 84 Fuso 23 S, GEOTIF e Jpeg 2000.
Favor mencionar junto a imagem PLEIADES a menção "Pléiades Copyright CNES 2019, Distribution Airbus DS"
Avenza Map
- O aplicativo Avenza Map, para usar imagens e mapas no seu celular ou tablet, está disponível gratuitamente no GOOGLE PLAY.
- A imagem PLEIADES de 18-01-19 da área de Brumadinho pode ser carregada no Avenza MAP , no celular ou tablet pra is a campo mesmo sem internet pelo link seguinte a copiar ou enviar para o seu terminal móvel para upload.
Prévia da área recoberta
Favor mencionar junto a imagem PLEIADES a menção "Pléiades Copyright CNES 2019, Distribution Airbus DS"
Assim que tivermos novas imagens, as publicaremos nesta página em livre acesso. Outros satélites igualmente imagearam na área nos últimos dias: estamos fazendo um levantamento e publicaremos as opções de dados disponíveis para cada dia desde 25-01-19.
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Contexto
A Lei 12.651, de 25 de maio de 2012, ou novo "Código Florestal", estabelece normas gerais sobre a Proteção da Vegetação Nativa, incluindo Áreas de Preservação Permanente, de Reserva Legal e de Uso Restrito; a exploração florestal, o suprimento de matéria-prima florestal, o controle da origem dos produtos florestais, o controle e prevenção dos incêndios florestais, e a previsão de instrumentos econômicos e financeiros para o alcance de seus objetivos.
O reconhecimento da existência de áreas rurais consolidadas, - área de imóvel rural com ocupação antrópica preexistente a 22 de julho de 2008 - em Áreas de Preservação Permanente, de Reserva Legal ou de Uso Restrito é um ponto de destaque na aplicação da nova Lei.
Tela de consulta do SPOTMaps com divisas de cenas e datas usadas
Imagens de satélites
São várias opções de imagens de satélites existentes e operacionais em 2008 que podem atender a demanda de dados para este período e para este objetivo. Os satélites e altíssima resolução começaram a ser lançados e sus imagems comercializadas em 1999, com o IKONOS...mais nem sempre oferecem dados nas datas e locais de interesse
Mais nos quesitos de qualidade, praticidade, relação custo benefício, a melhor solução é sem duvidas o SPOTMaps com as seguintes especificações
Disponível para todo o Brasil
Resolução espacial de 2.50 m
Realizado com imagens do SPOT 5
Quicklook SPOT MAP e a linha de mosaicagem usada
Já vem ortoretificado
Já vem mosaicado e equalizado
Cores naturais
Recorte da área sob medida
Projeção e Datum conforme especificação do cliente
Formato GEOTIF 8 bits ou outro a escolha
Acompanha ART para comprovação da data de aquisição das imagems
Prazo de entrega de 2 a 3 dias por FTP
Datas de imagens usadas de 2007 e 2008
Quicklook disponivel
Linha de corte do mosaico disponível, assim sabemos exatamente área de cada imagem e data.
Custo por Km2 sob consulta.
Disponibilidade do SPOT MAP para o Brasil e datas disponíveis:
Fornecemos igualmente cenas SPOT 5 de 5 m de resolução, coloridas, geradas por fusão digital do SPOT 5 no modo PAN , com 5 m de resolução digital P&B, e no modo XS com 10 m de resolução digital colorido com4 bandas espectrais. O produto final tem 5 m em cores naturais ou cores falsas. Veja uma tela de tal produto a seguir.
Fornecemos igualmente cenas SPOT 5 de 2,5 m de resolução, coloridas, geradas por fusão digital do SPOT 5 no Supermodo PAN , com 2.5 m de resolução digital P&B, e no modo XS com 10 m de resolução digital colorido com 4 bandas espectrais. O produto final tem 2.5 m em cores naturais ou cores falsas. Veja uma tela de tal produto a seguir.
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A ENGESAT e a AVENZA, em convênio com o IBGE, colocam a disposição dos usuários do aplicativo Avenza Map a cartografia brasileira disponível. São, até o momento (07-08-18), 1720 mapas digitalizados nas escalas 1:25.000, 1:50.000, 1:100.000, 1:250.000 e 1:1.000.000, a sua disposição na mapoteca Avenza Maps.
Os mapas desta mapoteca digital disponibilizados gratuitamente só podem ser visualizados no aplicativo Avenza Map em dispositivo IOS ou Android.
Veja a seguir uma sequência de consulta carregamento e uso de mapas.
Ao carregar vários mapas vizinhos, ou sobrepostos, de escalas iguais ou diferentes, no Avenza Map, é possível colocá-los numa mesma pasta e fazer uma “coleção”, o que permitira passar automaticamente de um para outro e ter um panorama da situação na tela, e igualmente passar de uma escala para outra automaticamente conforme a ampliação usada.
Um índice de navegação mostrando a posição dos mapas e uma barra vertical de escala guia o usuário para mostrar em qual mapa ele está (em marron) e em qual graus de ampliação os mapas são vistos.
O sistema permite editar o nome dos mapas, apagar mapas, filtrar os mapas por vários parâmetros a escolha do usuário…
Para acessar os mapas de nossa mapoteca em outros formatos e para outros aplicativos, consulte no email laurent.martin@engesat.com.br ou Cel 041 9134 0990 e fixo 041 3059 4561.
Conheça igualmente:
(Disponível gratuitamente para IOS, no momento, e capaz de importar e exportar arquivos com o Global Mapper 17.2 e versões mais recentes).
Consulte no email laurent.martin@engesat.com.br ou Cel 041 9134 0990 e fixo 041 3059 4561 para receber uma proposta técnica e comercial do Global Mapper sob medida para seu caso! Servimos clientes em toda a América Latina.
Para entender melhor como podemos ajudar nos seus projetos, visite nosso canal .
Distribuidor Exclusivo no Brasil
Nossos agradecimento às equipes do IBGE que além de disponibilizar os mapas, colaboraram no seu processamento e formatação para importação no Avenza Store, demonstrando iniciativa, profissionalismo e agilidade.
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Você sabe como coletar pontos de controle em campo? Esse processo se faz necessário para realizar a amarração de imagens de satélite com a melhor precisão absoluta e obter assim um produto de melhor precisão cartográfica.
Os erros cometidos pelas equipes contratadas para a coleta de pontos de controle são muito frequentes. Esses erros invalidam o uso dos pontos obtidos, gerando custos adicionais para refazer nova coleta. Sem mencionar no atraso da entrega do serviço finalizado.
A EngeSat indica, para orientar a equipe de coleta em campo, as micro regiões nas quais devem ser coletados os pontos de controle. Tão importante quanto a precisão de localização dos pontos de controle é a sua boa repartição na área de interesse. A repartição gera um modelo geométrico de correção de qualidade para georreferenciar ou ortorretificar a imagem de interesse. Veja a ilustração abaixo:
Na prática
O trabalho de campo pode começar pelo transporte de coordenadas com GPS L1L2, com leitura mínima a ser estabelecido para a precisão que se procura, ou através de marco oficial do IBGE quando disponível por perto.
Para uma imagem de resolução "R", o ponto de controle deverá ter precisão de localização absoluta de "R/2", por exemplo para uma imagem de 0,50m de resolução, obter 0,25m de precisão absoluta de localização ou melhor. Para isto, use um equipamento com receptor GPS com capacidade e precisão compatível com seus objetivos.
Para uma imagem recobrindo "X" Km2, recomendamos coleta entre 10 a 15% de "X" pontos de controle, por exemplo, para 100 km2, obter de 10 a 15 pontos de controle.
Um bom ponto de controle é um local de FACILACESSO no campo e BEM VISÍVEL na imagem de satélite, tanto pela sua cor como tamanho e forma geométrica. Os pontos de controle ou apoio devem ser locais fotoidentificáveis, permitindo a comparação entre as coordenadas de referência e as obtidas na imagem.
Em regra geral, o trabalho de campo deve ser feito depois de recebida a imagem bruta da área de interesse para poder escolher na imagem os pontos de controle em campo, correspondendo a feições bem identificadas e localizadas na imagem.
Como Coletar Pontos de Controle em Solo (GCPs)
Siga as instruções de como coletar corretamente e nos enviar os pontos de controle em campo.
IMPORTANTE: Fazer o trabalho de campo sem ter analizado a imagem bruta é a porta aberta para muitos erros e perda de tempo. Há o risco de pontos de controle serem levantados fora da área de interesse e da área de recobrimento da imagem, o que os torna inutilizáveis.
Não servem para pontos de controle os pontos destacados em vermelho:
Um ponto no meio de um pasto ou de uma lavoura ou em solo nú, ou ao longo de uma estrada, pois não existe como identificá-lo na imagem.
Um ponto sob árvores, no meio de vegetação alta, área de sombra projetada por uma nuvem, edifício ou árvore pois não existe como identificá-lo na imagem.
Uma porteira ou uma cerca que não é visível na imagem por ser muito fina ou estreita.
Uma feição cuja cor não se destaca claramente no seu ambiente em volta, pois estará camuflada na imagem.
Servem para ponto de controle os pontos destacados em verde:
Canto de uma edificação, desde que bem visível na imagem e identificado no relatório. Uma foto do local pode ajudar o operador na hora de usar o ponto de controle.
Cruzamento ou bifurcação de estradas, desde que bem visível na imagem e identificado no relatório.
Canto de uma parcela agrícola, desde que bem visível na imagem e identificado no relatório.
Ponto sobre uma ponte passando sobre um rio, desde que bem visível na imagem e identificado no relatório.
Uma mancha de vegetação em local deserto, desde que bem visível na imagem e identificado no relatório.
Uma marca desenhada no solo antes do imageamento do satélite, desde que bem visível na imagem e identificado no relatório.
Qualquer feição natural ou construída, com posição imóvel e tamanho suficiente, sempre bem visível na imagem de satélite e bem identificado no relatório.
Relatório
Sugerimos a elaboração de um relatório contendo ilustrações para cada ponto de controle coletado e devidamente numerado. Clique na imagem ao lado e observe todas as informações técnicas contidas. Veja aqui igualmente o roteiro de seu agrimensor para o seu projeto sair certinho !
Não esqueça de:
Medir e reportar igualmente a altitude medida para cada ponto de controle pois isto é importante em caso de ortorretificação, que usa um modelo de terreno para corrigir as deformações do relevo.
Fornecer os dados de cada ponto rastreado em forma digital editável pronta para CAD, podendo ser igualmente arquivos com as coordenadas cartográficas em tabela no formato .xls ou pontos em .shp ou outro formato vetorial.
Especificar a projeção, e o datum horizontal e vertical usado nas coordenadas.
Fornecer ART do trabalho que será citado como fonte dos pontos de controle no trabalho, que terá sua ART igualmente certificando a precisão de localização alcançada pela correção geométrica usando os tais pontos de controle e gerando calculo de erro quadrático médio.
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O objetivo desta seção é esclarecer como imagens de satélites de alta e altíssima resolução podem ser usadas nos projetos de Georeferenciamento de Imóveis Rurais, seguindo a NORMA TÉCNICA PARA GEORREFERENCIAMENTO DE IMÓVEIS RURAIS -3ª Edição, publicada pelo INCRA em 2013.
EXEMPLOS DE IMAGENS DE ALTÍSSIMA RESOLUÇÃO
Pleiades PSM 0,50 m colorido em area de mata fechada, Aripuanã- MT, Escala 1:2.500
Recorte de cena TRIPLESAT de 1 m de resolução, Cores naturais
Pleiades PSM de 0,50 m de resolução P&B de área rural de Anápolis-GO
SPOT 6 de 1,50 m de resolução de uma área florestal cultivada perto de Ipaba, MG
Imagem Kompsat 3A modo PSM, cores naturais, de 40 cm de resolução de uma área rural, escala 1:2.000
RapidEye, 5 m de resolução cores naturais, 3-2-1 em RGB, de área florestal
Ikonos PSM, 1 m de resolução, área residencial de Brasilia - DF com curvas de nível e delimitação de áreas construídas sobrepostas
Kompsat 2, PSM, 1 m de resolução, área florestal de Teixeira Soares - PR
Quick Bird, PSM 0,60 m colorido, área rural
De fato, é possível usar imagens de satélites para definição de vértices em locais inacessíveis conforme parágrafo seguinte, o que vem sendo feito em áreas de matas e rios que oferecem dificuldades para serem alcançadas.
Padrões de precisão
Os valores de precisão posicional (planimetrica) a serem observados para vértices definidores delimites de imóveis são:
a) Para vértices situados em limites artificiais: melhor ou igual a 0,50 m;
b) Para vértices situados em limites naturais: melhor ou igual a 3,00 m; c) Para vértices situados em limites inacessíveis: melhor ou igual a 7,50 m.”
O ponto C trata de V – Vértice Virtual (não ocupado nem materializado)
METODOLOGIA
Se trata de comprovar que a imagem de satélite usada para o projeto tem de fato precisão de localização absoluta melhor ou igual a 7.50 m.
As especificações das imagens de altíssima e alta resolução disponiveis no mercado são como segue
A precisão de localização absoluta destas imagens de satélite de altíssima resolução é geralmente situada entre 3 e 6 m (erro circular medido em 90% dos casos)
Não está impedido nestes projetos o uso de outros tipos de imagens de altíssima resolução que a ENGESAT oferece igualmente ( Triplesat, Ikonos, Quick Bird, Kompsat-2, …) cuja especificação de precisão de localização com correção de sistema seja pior que 7,50 m, portanto que sejam devidamente ortoretificada e que o resultado final da precisão de localização seja comprovadamente melhor que 7,50 m.
Exemplo de interpretação visual de imagem Pleiades de 50 cm de resolução de divisa inacessível em área de mata onde o rio é a feição natural que delimita o imóvel rural. Se aplica a norma “c) Para vértices situados em limites inacessíveis: melhor ou igual a 7,50 m.”
Pelo fato de que a precisão de localização destas imagens com correção de sistema seja apena uma especificação teórica do sistema de imageamento, é necessário para cada projeto e cada imagem usada comprovar esta precisão com pontos de controle em campo para aferição da imagem usada. Os pontos de controles levantados a campo devem ser objeto de ART,. a ENGESAT fornece depois de usados estes pontos para amarração da imagem outra ART comprovando a precisão final da imagem processada geométricamente.
Acompanha, como resultado do trabalho, a interpretação dos limites inacessíveis realizada na imagem de satélite, a relação das coordenadas (pela norma do Sigef, em projeção geográfica) das vértices devidamente numeradas para serem usadas no memorial descritivo, e os dados vetoriais de interpretação (vetor do limite inacessível) em .shp. dwg e .txt.
Vetores de áreas publicas e privadas certificadas do SIGEF numa parte de MS
Será apresentada no relatório a metodologia de levantamento dos vértices, demonstrando como foram obtidos os valores de altitude elipsoidal. O relatório informará qual imagem foi utilizada, qual o fornecedor da imagem, qual a precisão posicional da imagem utilizada, e de que maneira a metodologia empregada propiciou os valores de precisão informados na planilha ODS. Pontos de controle servirão igualmente para comprovar e calibrar a informação altimétrica fornecida.
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Em 1986, há 30 anos, era lançado o SPOT 1, primeiro satélite a oferecer a possibilidade de programação de imageamento sob medida de imagens de satélites para recobrimento de áreas de interesse específicas. Até então os satélites comercialmente disponíveis adquiriam imagens de forma sistemática com um ciclo de revisita fixo.
Passados 30 anos, a AIRBUS, que opera atualmente uma constelação de satélites de observação da terra de altíssima resolução, inova e estabelece um novo padrão de programação de imageamento, o ONE TASKING, com 4 modalidades operacionais, para atender seus clientes e descomplicar a tecnologia.
Cada modalidade visa atender uma necessidade especifica, seja em termos de urgência, de frequência de revisita e de rapidez de entrega, de forma que os usuários possam contar com os dados que precisa da forma que convêm.
Veja os detalhes de cada opção, suas especificações e seus benefícios para seus projetos! Ambos, o PLEIADES e o SPOT 6-7, podem ser programados nestas modalidades, que visam atender as especificidades de cada caso. Em breve, o TerraSAR-X y DMC também serão integrados ao sistema.
One Tasking - One Day
Para sua área ser imageada exatamente na data que lhe interessa, no dia de sua escolha, nem antes, nem depois. Não há garantia de limite máximo de nuvens. Toda imagem adquirida é entregue e faturada.
Se o imageamento não for realizado pelo satélite, o cancelamento é gratuito e o cliente recebe um crédito de 25% do valor do pedido, para consumir em até 3 meses, para cada tentativa prometida e não cumprida.
One Tasking - One Now
Para sua área ser imageada o mais rapidamente possível, pois há muita urgência! Serão realizadas 3 tentativas o mais brevemente possível sobre sua área de interesse, até obter menos de 10 % de nuvens ou até que se solicite a interrupção da programação. Veja o exemplo prático e concreto abaixo:
One Tasking - One Series
Para projetos que precisam de imageamento repetido, como por exemplo em situações de monitoramento.
Modalidade Rotina para intervalo de mais de 8 dias entre as datas de interesse.
Se a programação não foi cumprida a tempo, o cliente recebe um crédito de 10 % para consumir até 3 meses. É possível estender o período de imageamento, se entregam todas as imagens validadas e assim se conclui a programação.
Modalidade Crítica para intervalo de 7 dias ou menos entre as datas de interesse
Se a programação não foi cumprida a tempo, o cliente recebe um crédito de 25 % de pedido a usar em 3 meses.
Desta forma, o atendimento e o acionamento dos satélites é feito de forma diferenciada para cada caso, com garantia de ser atendido ou se por algum motivo o compromisso não é cumprido, o cliente recebe um crédito tal como especificado em cada caso.
CONDIÇÕES COMERCIAIS
Área mínima, largura mínima e demais condições técnicas e comerciais variáveis conforme a modalidade. Para receber um dimensionamento técnico preciso e uma proposta comercial competitiva, faça contato com nossa equipe comercial pelo e-mail engesat@engesat.com.br
Contato
Entre em contato conosco para receber uma proposta técnica e comercial adaptada às suas necessidades.
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Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.
Se imagens de satélites são informações hoje democraticamente e generosamente disponíveis no mercado, o mesmo não se pode dizer de informação de altimetria, onde é comum termos que nos satisfazer com uma solução que está ainda longe do ideal técnico para se alcançar os melhores resultados. Mas parece que esta escassez está com os dias contatos. A AIRBUS acaba de anunciar que a sua base mundial de altimetria de alta resolução, o WorldDEM está disponível, praticamente em pronta entrega e com especificações técnicas surpreendentes... Confira!
- Recobrimento de polo a polo: modelo digital de elevação homogêneo
- Qualidade única: informação de altimetria de qualidade superior
- Disponibilidade para qualquer localidade da Terra
- Precisão sem igual: 2 m de precisão relativa / 4 m de precisão absoluta na vertical
- Resolução horizontal de 12 por 12 m em formato raster
- Modelo Digital de Superficie & Modelo Digital de Terreno disponíveis
- Fácil acesso
E as boas notícias não param por aqui:
O Modelo Digital de Terreno do WorldDEM é derivado do WorldDEM™ após remoção por edição digital da vegetação e das edificações, e mostra o solo nú da superfície da Terra. Como o Modelo Digital de Terreno do WorldDEM é elaborado a partir de um dado de alta resolução, ele traz igualmente a garantia e a qualidade de um alto nível de detalhe e precisão.
Os MDT são ideais para mapeamento, modelização hidrológica, e análise de terreno. Estes produtos compõe o leque de produtos disponibilizados pela AIRBUS, mas oferecemos igualmente opções adicionais de produtos baseados no WorldDEM, tais como base de dados mundiais de linhas de costa, mapas de corpos d´água e mapas globais de aeroportos e de portos.
Veja um comparativo como que existia de melhor até agora:
O WorldDEM fornece um nível de detalhamento superior ao SRTM até então disponível. Local: Arkansas, USA
A ENGESAT oferece na linha do WorldDEM dados com qualidade, precisão e recobrimentos sem precedentes. Para ajudar os clientes a se beneficiarem da alta precisão desta informação altimétrica, três produtos principais são disponibilizados.
WorldDEM Core
Modelo digital de superfície sem edição, ou seja sem qualquer post processamento. Este produto geralmente contém artefatos próprios a dados radar e ao processamento, bem como áreas não validadas.
WorldDEM™
Modelo digital de superfície editado com consistência hidrológica garantida, (por exemplo: achatamento dos corpos d´água, fluxo consistente dos cursos d´água, edição da linha de costa). Ideal para aplicações de defesa e segurança, e para a indústria de óleo e gás.
WorldDEM DTM
Modelo digital de terreno, representando o solo nú sem vegetação nem edificações. Ideal para mapeamento, modelização hidrológica e análise de terreno.
Processamento adicionais disponíveis na ENGESAT:
Curvas de nível
Declividade
Suceptibilidade a erosão
Análise de bacia hidrográfica (sub-bacias, percolação, captação)
Visualização estática
Sobrevôo 3 D
Ort0retificação de imagens de satélites
Simulação de inundações
Estudos de drenagem
Estudos de intervisibilidade para telecomunicações
Estudos e e perfis topográficos para corredores de infraestrutura
Produtos sob medida para projetos de engenharia
Amostra do WorldDEM e do WorldDTM de áreas no Brasil e na América Latina disponíveis. Consulte no email engesat@engesat.com.br com a delimitação de sua área de interesse para podermos dimensionar com precisão seu projeto e assim escolher a melhor solução!
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Esta publicação foi escrita por Laurent Martin, formado em Agronomia e com Mestrado em Sensoriamento Remoto Aplicado no Reino Unido, é responsável pela direção da EngeSat.